Cientistas avançam em pesquisa da vacina anti-Aids
DOCUMENTO HISTÓRICO E ACERVO Nosso acervo conta com mais de 5.000 publicações. Não apagamos a história porque alguém, em algum lugar, algum dia, poderá precisar saber de algo — e existe, sim, a...
Nosso acervo conta com mais de 5.000 publicações. Não apagamos a história porque alguém, em algum lugar, algum dia, poderá precisar saber de algo — e existe, sim, a possibilidade de este ser o único lugar onde este conteúdo ainda exista.
Table Of Content
Este site é mantido de forma totalmente independente por Cláudio Souza, diagnosticado com HIV/AIDS em 1994 e enfrentando, mais recentemente, os diagnósticos de Insuficiência Pancreática Exógena e Miastenia Gravis.
Embora 99% dos medicamentos necessários sejam obtidos via farmácia de alto custo do SUS em Santos, tratamentos essenciais como a colesteramina (Questran) possuem um custo extremamente elevado e sem subsídio.
Se você pode e quer ajudar a manter esta história no ar, faça um PIX de qualquer valor:
| Uma forma de desenvolver uma vacina contra a AIDS – doença que ainda não tem cura e afeta cerca de 33 milhões de pessoas em todo o mundo – é “ensinar” o sistema imunológico a reconhecer certas estruturas de proteínas na superfície do vírus HIV e a produzir anticorpos para se combinar a essas estruturas, neutralizando o vírus. A dificuldade, segundo os cientistas, é que, para isso, é preciso a remoção de parte da superfície do HIV, o que faz com que os anticorpos deixem de reconhecer suas estruturas ou de ligar-se a elas. Entretanto, esse problema parece estar começando a ser resolvido por uma equipe do Instituto Nacional de Alergia e Doenças Infecciosas dos EUA. Em artigo publicado nesta semana no periódico Proceedings of the National Academy of Sciences, os pesquisadores relatam a descoberta de uma forma de extrair uma porção da superfície do HIV que pode ser reconhecida pelos anticorpos – conhecida como epítopo – a partir de estruturas de proteínas especiais desenvolvidas em computador. Os cientistas acreditam que, quando o epítopo é injetado em um animal – e, eventualmente, em um humano – ele pode ser reconhecido pelo sistema imunológico, que, consequentemente, desenvolveria anticorpos para atacar o vírus. Os pesquisadores aplicaram essa técnica em laboratório, usando um epítopo que muda de forma na superfície do HIV. E observaram que os roedores que receberam o protótipo de vacina tiveram uma boa resposta do sistema imunológico, com a produção de anticorpos muito similares ao 2F5, que se liga firmemente ao epítopo do HIV, ajudando a neutralizar o vírus da AIDS. “Esse estudo demonstra que a produção de ‘proteínas de esqueleto’ pode ser uma abordagem potencialmente útil no desenvolvimento de vacinas”, destacaram os pesquisadores na publicação. Os especialistas ressaltam que vão continuar a refinar a técnica e aplicá-la no desenvolvimento de vacinas para o HIV/AIDS, assim como para outras doenças infecciosas. |
Se você gosta deste trabalho, se ele te ajudou de alguma forma, deixe um comentário abaixo — eu leio todos e sempre respondo, mesmo que demore um pouco.
E se quiser, mande um Pix de R$ 0,25 pelos 25 anos de trabalho:
Chave Pix: solidariedade@soropositivo.org
Você também pode me escrever para: claudio@soropositivo.org
Fale com o Blog Soropositivo
Tem uma pergunta, sugestão ou quer falar sobre janela imunológica, sexo oral, PEP, PrEP ou outro assunto? Use o formulário abaixo.
Erro: Formulário de contato não encontrado.
Descubra mais sobre Acervo HIV/AIDS DST/IST Blog Soropositivo Homepage
Assine para receber nossas notícias mais recentes por e-mail.
No Comment! Be the first one.