Existe teste que indique se uma determinada mulher apresenta maior chance de transmissão do HIV
A análise de vários parâmetros na mulher grávida portadora de HIV pode sugerir maior chance de transmissão materno-fetal desse vírus. Sabe-se que doença clínica avançada, baixa contagem de células CD4+ e antígeno p24 aumentado estão associados com maior transmissibilidade do HIV para o feto.
A partir de vários estudos, obteve-se que a porcentagem de transmissão em mulheres com doença em estágio Ill ou IV é de 30%, enquanto nas assintomáticas (estágio II), quando a replicação viral está reduzida no sangue periférico, essa taxa é de 14%.
A avaliação das subpopulações de linfócitos é outro parâmetro de grande importância, porque a porcentagem de transmissão em mulheres com CD4 abaixo de 400 células/mm3 é alta.
Apesar de validade duvidosa, a positividade de antígeno 24, indicando viremia materna, pode mostrar também maior risco de transmissão materno-fetal.
Atualmente, a técnica RNA-PCR quantitativo e b- DNA (Branched DNA), métodos usados para estimar a carga viral, podem ser usados para se prever o maior ou menor risco de transmissão fetal.
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