ONG questiona distribuição de remédios para impedir transmissão do HIV
Publicado em 7 de janeiro de 2014 (há 12 anos, 9 meses e 10 dias)Atualizado em 3 de setembro de 2026 (há 1 mês e 14 dias) DOCUMENTO HISTÓRICO E ACERVO Nosso acervo conta com mais de 5.000...
Nosso acervo conta com mais de 5.000 publicações. Não apagamos a história porque alguém, em algum lugar, algum dia, poderá precisar saber de algo — e existe, sim, a possibilidade de este ser o único lugar onde este conteúdo ainda exista.
Table Of Content
Este site é mantido de forma totalmente independente por Cláudio Souza, diagnosticado com HIV/AIDS em 1994 e enfrentando, mais recentemente, os diagnósticos de Insuficiência Pancreática Exógena e Miastenia Gravis.
Embora 99% dos medicamentos necessários sejam obtidos via farmácia de alto custo do SUS em Santos, tratamentos essenciais como a colesteramina (Questran) possuem um custo extremamente elevado e sem subsídio.
Se você pode e quer ajudar a manter esta história no ar, faça um PIX de qualquer valor:
ONG questiona distribuição de remédios para impedir transmissão do HIV
Primeira Foto feita do HIV por microscópio de tunelamento eletrônico
RIO DE JANEIRO – Organizações da sociedade civil que há dez anos monitoram o atendimento a pacientes com AIDS pelo Ministério da Saúde temem um retrocesso no país. Após anúncio de mudanças no tratamento para pessoas que acabaram de ser diagnosticadas com HIV e de medidas para facilitar a testagem, o Grupo de Trabalho sobre Propriedade Intelectual (GTPI) divulgou comunicado sugerindo que o sucesso do programa brasileiro pode estar em em risco.
O documento da ONG questiona a realização de teste rápido para HIV em grandes eventos, que pode acabar constrangendo os pacientes na frente de pessoas conhecidas, caso o resultado dê positivo, e a disponibilização do teste, a baixo custo, em farmácias, a partir de 2014. Para o GTPI, o aconselhamento pré e pós-testagem são fundamentais para pacientes com HIV positivo que podem ter uma reação inesperada ou se afastar do tratamento.
Outra preocupação é com a oferta de medicamento para pessoas diagnosticadas com HIV que não desenvolveram sintomas da AIDS. Embora a antecipação do tratamento possa salvar vidas, pois pacientes morrem no primeiro ano após o diagnóstico, o GTPI alerta que o tratamento deve ser focado na melhoria da qualidade de vida do paciente e não na prevenção da transmissão.
Na avaliação do grupo de trabalho, o ministério também retrocede no combate ao preconceito e ao estigma. Um exemplo foi a retirada do ar em maio deste ano de campanhas educativas voltadas para o público onde a epidemia mais avança: meninos gays e meninas entre 14 e 19 anos. A campanha tratava da homofobia, do uso de preservativos e da gravidez na adolescência.
Procurado, o Ministério da Saúde não respondeu à Agência Brasil.
Se você gosta deste trabalho, se ele te ajudou de alguma forma, deixe um comentário abaixo — eu leio todos e sempre respondo, mesmo que demore um pouco.
E se quiser, mande um Pix de R$ 0,25 pelos 25 anos de trabalho:
Chave Pix: solidariedade@soropositivo.org
Você também pode me escrever para: claudio@soropositivo.org
Fale com o Blog Soropositivo
Tem uma pergunta, sugestão ou quer falar sobre janela imunológica, sexo oral, PEP, PrEP ou outro assunto? Use o formulário abaixo.
Erro: Formulário de contato não encontrado.
Descubra mais sobre Acervo HIV/AIDS DST/IST Blog Soropositivo Homepage
Assine para receber nossas notícias mais recentes por e-mail.
No Comment! Be the first one.