Presidente da ONG Hipupiara critica testes rápidos de HIV em baladas
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DOCUMENTO HISTÓRICO E ACERVO
Nosso acervo conta com mais de 5.000 publicações. Não apagamos a história porque alguém, em algum lugar, algum dia, poderá precisar saber de algo — e existe, sim, a possibilidade de este ser o único lugar onde este conteúdo ainda exista.
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- Mensagem Importante
- Presidente da ONG Hipupiara critica testes rápidos de HIV em baladas
- Ele explica que outras estratégias devem ser adotadas para tratamentos. Presidente de ONG pede atenção especial com casos de AIDS
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Presidente da ONG Hipupiara critica testes rápidos de HIV em baladas
Ele explica que outras estratégias devem ser adotadas para tratamentos. Presidente de ONG pede atenção especial com casos de AIDS
O presidente da ONG Hipupiara em São Vicente, no litoral de São Paulo, Beto Volpe, criticou a escolha do Ministério da Saúde em fazer testes rápidos de HIV em casas noturnas. Ele explica que outras estratégias devem ser adotadas para que o tratamento das pessoas que contraíram o vírus seja adequado.
Segundo Beto, uma casa noturna não é o local adequado para que as pessoas saibam que contraíram a doença. “Lugar de diversão não é lugar de fazer teste de HIV. Os horários devem ser diferenciados, em lugares específicos, em bairros carentes, com outras estratégias”, ressalta.
Ele explica que, juntamente com outros órgãos, vai fazer um movimento mostrando todos os malefícios que o projeto pode ter, caso seja levado a casas noturnas. “Eu, o movimento social de luta contra AIDS e os médicos que tratam da doença são terminantemente contra levar esses testes para as baladas”, comenta.
Volpe completa dizendo que a revelação do diagnóstico precisa de uma atenção especial em casos positivos. “O conhecimento acumulado que nós temos de revelação de diagnóstico pede acolhimento das pessoas que têm a doença. É como se descobrir que tem o vírus HIV fosse uma coisa normal e, logo depois de saber o resultado, a pessoa passa na farmácia e pega um remédio, mas não é assim que as coisas funcionam”, conclui.


Acho que escolas do ensino médico e ensino superior deveriam movimentar-se no sentido de emparceirar-se com as Secretarias de Saúde de seus estados para provocar o debate nas escolas e universidades e, com isso, promover a testagem voluntária com testes rápidos de HIV. Este seria um passo mais inteligente
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