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Linfoma de Burkitt, doença relacionada à AIDS

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  Linfoma de Burkitt – Esta Doença me Levou Alguém Importante
Eu conheci uma mulher,  que viveu em busca de um píncipe encando que ela jamais pôde, em vida, encontrar. Embora eu saiba seu nome, ela preferia ser chamada de Amarílis.
Fomos grandes amigos e ela ainda me apresentou a Sandra Stone. E, a seis mãos. fizemos um projeto de recolocação de soropositivos no mercado de trabalho. Há alguns meses atrás, eu reli o projeto e constatei, apalermado, que devia haver algo na caixa d’ água que alimentaca a casa da nossa amiga em comum, pois o projeto era sem pé ou cabeça. E, naquilo que eu nem ouso chamar de corpo, só havia a exacerbação de tudo aquiolo que nós mesmo, nós três, mas deplorávamos!
E eu me recordo que vamos o trabalho a uma “determinada” ONG e o responsável pelo local sequer quis ler o projeto, por ser muito grande (15 páginas). Graças a Deus, penso eu agora! Eles não leram!

Mas o tema, aqui, é o Linfoma de Burkitt

Você, que me lê, deve saber. Ninguém consegue uma segunda chance de gerar uma boa primeira impressão.
Mas encontrávamos e lembro-me de termos ido eu, minha esposa e Amarílis à festa de aniversário nuna discoteca ali na nove de julho. Ela, Amarilis, não sabia, mas o Linfoma de Burkitt já tinha “começado seu Trabalho!

O Linfoma de Burkitt É Uma Doença Oportunista Potencialmente fatal!

CTHA, minha amiga, não entenda que você pode estar sob este risco, seus exames estão certos e o simples fato de eu conhecer esta doença, o Linfoma de Burkitt, já me bastaria para ir até o Andrômeda buscando uma solução para seu problema, seus medos e dúvidas. Basta você ler, novamente o texto primárop sobre janela imunológica
Eu estou revisando os outros! A pouco e pouco
A vida fluiu naturalmente depois disso. E quando eu digo naturalmente, quero dizer que houve, também, uma perda… 🥺🥺🥺
Certa vez eu estava em Santos e me Lembrei de ligar para Amarílis apenas de onda; era uma ter;ca feira e ela lá ralando enquanto eu estava a rés do mar, curtindo o sol em Santos….
E isso era o que eu pretendia dizer a ela, quando ela me atendesse ao telefone e, entretanto, quem atendeu ao telefone foi o irmão, que me explicou que ela tinha acordado alguns dias atrás incapaz de mover as pernas e, porque Deus é grande, ela estava com o telefone sem fio na cama e ligou para a Sandra.
Não vou me alongar nisso e o fato é que a agonia dela foi dolorosa e curta. Em quinze dias ela falecera.
Na época, o atestado de óbito dela trazia, como causa mortis Linfoma não Hogkin; quem, finalmente foi identificado como Linfoma de Burkitt.
Infelizmente eu quis procurar alguma foto referente à doença e vou me arrepender de a ter encontrado até o fim de meus dias.
É por isso que eu coloquei aqui esta matéria.
Amarilis faleceu em meados de 2003 e já dista quase 12 anos da morte dela. Quem quiser saber masi sobre ela, basta ler o texto nomeado”A tal hora de Contar In Memorian”

Denis P. BurkittO Linfoma de Burkitt (anteriormente denominado Linfoma Não-Hodgkin de alto grau de pequenas células não-clivadas) é uma neoplasia (câncer) de células B maduras altamente agressiva que afeta principalmente a faixa etária mais baixa, sendo endémico nas regiões africanas.

A t(8;14)(q24;q32) – translocação de material genético entre os cromossomos 8 e 14 – ocorre em 80% dos casos. Os outros 20% correspondem a t(2;8)(p12;q24) e t(8;22)(q24;q11).

Todas estas alterações citogenéticas envolvem a superexpressão de um gene com múltiplas funções celulares denominado c-myc. Este gene é determinante no desenvolvimento desta patologia.[1]

Os cortes histológicos do tumor podem apresentar aspecto de “céu estrelado” (starry sky). Existe associação entre a infeção pelo vírus Epstein-Barr (EBV) e o desenvolvimento do linfoma de Burkitt.

Muitas vezes apresenta-se com doença extra nodal. Os portadores podem ser afetados sobretudo nas estruturas ósseas, com lesões orais maciças, sendo a mandíbula o osso mais atingido. Pode ainda afetar diversas estruturas, incluindo rins e ovários.

As células do linfoma de Burkitt são morfologicamente idênticas às células da leucemia linfóide aguda, subtipo FAB L3. A imunofenotipagem celular revela positividade do CD20 na extensa maioria dos casos.

 

A primeira descrição desta doença foi realizada em 1958 pelo médico irlandês Denis P. Burkitt, que observou grande prevalência de um tumor altamente agressivo que atingia de forma endémica crianças na África equatorial.

Foi inicialmente descrito como sarcoma (câncer das partes moles), porém posteriormente observou-se que se tratava de tumor primário do sistema linfático (linfoma).

Acreditou-se durante muitos anos que o linfoma de Burkitt e a leucemia linfóide aguda L3 (leucemia de Burkitt) representavam doenças diferentes. No entanto, com o advento de modernas técnicas de análise cromossômica e genética, foi possível determinar que ambas representavam sintomas de uma mesma doença.

Em 2001 a Organização Mundial da Sáude (OMS) classificou estas afecções como sendo uma entidade única (neoplasia de células B maduras, subtipo Linfoma/Leucemia de Burkitt), com três variantes clínicas.

Variantes Clínicas

De acordo com a OMS, três variantes clínicas são identificáveis:

  • Variante Endêmica: ocorre em crianças da África equatorial onde a malária é endêmica e possui alta correlação com a infecção pelo EBV (98% dos casos). Acredita-se que o status de imunodepressão crônica causado pela malária contribua para o desenvolvimento da doença.
  • Variante Esporádica: acomete crianças e adultos de outras áreas geográficas. Associa-se com infecção pelo EBV ( vírus Epstein-Barr) em 5-10% dos casos.
  • Associada à imunodeficiência: na maioria dos casos associada com infecção pelo vírus da imunodeficiência humana (HIV). A associação com co-infecção pelo EBV situa-se entre 25-40% dos casos.

Referências

  1. Hecht J, Aster J. (2000). “Molecular biology of Burkitt´s lymphoma”. J Clin Oncol 18: 3703.
  2. Burkitt D. (1958). “A sarcoma involving the jaws in African children”. Br J Surg 46: 218.
  3. Jaffe ES, Harris NL, Stein H, Vardiman JW. Pathology & Genetics Tumours of haematopoietic and lymphoid tissues. [S.l.: s.n.], 2001.

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

 

 

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E Você? O Que Acha

Muitas Pessoas, os “sorointerrogativos” olham com desdém para as pessoas com HIV.

Um amigo meu (ex-amigo que levou uma chave…), no passado, ciente de minha condição, referiu-se a outra pessoa, supostamente infectada por HIV da seguinte maneira:

-“Este é outro que está bichado”.

Até hoje eu não entendo os porquês de eu não tê-lo socado até fazer dele um pastel de burro, sei lá.

Como o assuto é sério e esclarecimentos cabem, eu coloco, antes, este vídeo:

Durante Décadas Foi Tabú! Pessoalmente sofri por isso. E Você, teria um relacionamento sorodivergente

Você é portador(a) de HIV? Se sim, conseguiu a aposentadoria ou o auxilio doença como manda a ei ou teve de lutar como um cão?

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1 comentário

Dez lições que Nick Domitrovich aprendeu durante seu primeiro ano vivendo com HIV contrapostas com as lições que eu, Cláudio, venho aprendendo ao longo de mais de duas décadas com HIV e, depois, com AIDS… Reagente não é sentença de mor 15 15America/Sao_Paulo junho 15America/Sao_Paulo 2017 at 06:02

[…] sobre “blipes virais e de quebra, esta aqui“) vitima de uma doença oportunista, um Linfoma No Hodgkins (hoje conhecido como Linkfoma de Burkit; no caso, uma neoplasia, que é um eufemismo para câncer […]

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