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Tratamento do HIV  – uma vida mais longa e mais saudável

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Doctor with tabletBons cuidados médicos, incluindo o acesso aos medicamentos contra o HIV/AIDS, pode significar uma vida longa e saudável para as pessoas que vivem com HIV.  O tratamento atual não cura o HIV, mas mantém-se o vírus sob controle, permitindo que o sistema imune para ficar forte.

A quantidade de doenças e de mortes em pessoas com HIV diminuíram drasticamente após o surgimento da terapia combinada (o coquetel) começou a ser utilizado em meados da década de 1990.

Desde então não houve maiores melhorias no tratamento do HIV, exceto pelo surgimento de novas drogas. Pesquisas tem mostrado que o tratamento contra HIV significa que alguém com HIV tem uma expectativa de vida mais ou menos “normal”.

 

Para falar com simplicidade, O HIV tratamento funciona!

 

duas pilulas

Duas pílulas! E não tem nada a ver com a trilogia Matrix

Para obter o máximo de benefícios do tratamento contra o HIV com a TARV (terapia antirretroviral) você precisa levar seu tratamento seriamente, na forma como o seu médico a prescreveu, todos os dias.

Para a maioria das pessoas começar tratamento do HIV, o que significa que um ou dois comprimidos uma vez por dia. Muitas pessoas vão esquecer uma dose em algum ponto, mas a maioria dos agentes anti-HIV vai continuar a trabalhar, se você perder uma dose ocasional e toma-la poucas horas mais tarde.

Você terá maiores probabilidade de obter o maior benefício do tratamento do HIV se você começar a fazer este tratamento antes do HIV ter feito muitos danos ao seu sistema imunológico. No Brasil, as normas de tratamento do HIV e cuidados são definidas e controlados pelo Programa nacional DST/AIDS e Hepatites Virais, um órgão do Ministério da Saúde.

As orientações sobre tratamento do HIV atualmente recomendam que, após o diagnóstico, sigam-se as seguintes diretrizes, extraídas do site do Programa Nacional DST/AIDS e Hepatites Virais:

Após receber o diagnóstico da infecção por HIV, o paciente deve marcar uma consulta com um especialista em aids, no Serviço de Assistência Especializada (SAE).

Nessa primeira consulta, o paciente precisa informar a história clínica inicial, tempo de diagnóstico, se já apresentou alguma doença grave e quais são as condições e os hábitos de vida. É bem provável que, na primeira consulta, o médico peça exames, como: hemograma completo (sangue), urina, fezes, glicose (açúcar), colesterol e triglicérides (gorduras), raios-X de tórax, hepatite B e C, tuberculose e os testes de contagem dos linfócitos T CD4+ (indica o sistema de defesa) e o de carga viral (quantidade de vírus circulante no sangue).

Dependendo do resultado dos exames clínicos e laboratoriais, pode ser necessário que o soropositivo comece a terapia antirretroviral, que é o tratamento com medicamentos. O médico fará o acompanhamento do paciente, que deve voltar regularmente ao consultório no tempo determinado pelos profissionais. No SAE, também estão disponíveis atendimentos com psicólogos, assistentes sociais, nutricionistas, enfermeiros e farmacêuticos.

A consulta com o profissional de saúde é o momento certo para esclarecer todas as dúvidas. O paciente deve saber como tomar os remédios, quais os horários que melhor se encaixam na rotina ou como adequar os hábitos diários para tomar a medicação regularmente. O médico deve falar sobre os sintomas que podem ser causados pelos medicamentos e o que deve ser feito se algum desses efeitos colaterais surgir – a maioria dos sintomas desaparece em poucos dias. Esse primeiro contato com o médico é o passo inicial para o sucesso do tratamento.

A equipe envolvida no atendimento de soropositivos tem todas as condições de responder sobre qualquer assunto relacionado ao tratamento e à prevenção da doença. Por isso, pergunte sempre sobre tudo o que tiver dúvida!

Iniciar o tratamento com base nestas diretrizes, tem se mostrado eficiente para reduzir o risco de doenças relacionadas com o HIV e de algumas outras doenças graves, tais como cardiopatias, doenças renais e hepáticas.

Em algumas situações, pode ser recomendável que alguém inicia tratamento mais cedo. Estas situações incluem:

  • Se você tiver uma doença relacionada ao HIV
  • Se você tem hepatite
  • Se você necessita de tratamento de câncer
  • Se você estiver com mais de 50 anos, ou
  • Para reduzir o risco de transmitir o HIV.
Segunda chance

É neste ponto que estamos eu e minha consorte (esposa, como preferem alguns); no recomeço, que a vida :nos traz todos os dias, chamado hoje as 07: e amanha às 19:00

Uma vez que você já iniciou o tratamento, é importante que tome todas as doses dos medicamentos antirretrovirais corretamente.

Isto significa que é muito pouco provável que a droga vai parar de trabalhar porque o HIV tornou-se resistentes a eles apenas por ter atrasado, em algumas horas, uma dose do antirretroviral. Você pode encontrar mais sobre tratamento do HIV no livro desta página do PN/DST/AIDS/HV.

Como quaisquer outros medicamentos, os medicamentos utilizados para tratar o HIV podem ter efeitos indesejados que são, por vezes, desagradáveis, ou podem até mesmo fazer-lhe mal.

São os chamados efeitos colaterais. Às vezes eles também são chamados efeitos secundários, os eventos adversos ou reações adversas.

É importante salientar que os benefícios do tratamento do HIV por superam em muito o risco de efeitos colaterais.

O anti-HIV medicamentos utilizados hoje causa muito menos efeitos colaterais que as que foram utilizadas no passado. O espectro de escolha dos medicamentos antirretrovirais é muito maior agora, e mudar a combinação de medicamentos é algo que normalmente pode ser feito se o seu medicamento antirretroviral lhe causar efeitos colaterais. Você não tem que “sorrir e suportar”, como no início deste modo de tratar a infecção por HIV, com seus efeitos colaterais.

Hoje em dia, estamos em 2015, é muito mais simples tratar a infecção por HIV


claudio felizNota do Editor de Soropositivo Web Site: Lembro-me por ter optado por morrer sem vomitar seis vezes por dia, uma a cada dose de AZT, do que tomar “este remédio do inferno”, conforme suscitava-me o espírito, cada vez que a enfermeira vinha com o _maldito AZT_!

Os tempos são outros e, se outrora tenha sido muito difícil tratar-se contra a infecção por HIV, que na época em que eu me descobri soropositivo era um conceito literalmente inexistente, pois portar HIV significava, mesmo, ter AIDS, hoje em dia é bem mais simples.

Por outro lado, que não seja esta “simplicidade” um pretexto para pensar”:

”Oba! Oba! Podemos transar sem camisinha! ”.

Na, na, ni, na, não!

Há vida com HIV. Mas é muito melhor viver sem ela!

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Olha só pessoal.

No início do post tem uma imagem com um texto falando sobre o trabalho e os custos que a gente tem. Você que está me lendo agora, pode e tem o direito de não acreditar.

No mês de mais, quando mais de quarenta mil visitas foram registradas, houve três cooperações.

Quando nós pedimos cooperação financeira, qualquer valor é bom.

Sabe, o beija-flor pode carregar uma diminuta gota d’água em seu bico, no afã de apagar o incêndio na floresta….

E nunca será insuficiente 😊

Está conta serve para transferências de qualquer banco ou depósitos na boca do caixa de qualquer agência do Santander

Esta conta não permite, senhores abusadores, que seja feito nada a título de débito nela.

Você não poderá, como já pôde, assinar 65 revistas de uma só editora e, muito menos abrir contas de acesso à Internet 🙂

Precisa conversar

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Estamos aqui para ajudar a pensar, não para diagnosticar. Não somos médicos ou profisionais de saúde. Buscamos ajudar com palavras amigas, conforto espiritual e, na medida do possível, terminar com a neurose gerada por bloqueiros de meia pataca ou homofóbicos sem caráter que não pensam duas vezes antes de espalhar terros entre pessoas que, quer eles, os homofóbicos, queiram ou não, são seres humanos. Tenha em mente que o numero do WhatsApp esta conectado a um CPF

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