Aids: não há grupos de risco
AVISO IMPORTANTEEste texto é informativo e não substitui avaliação médica. Eu escrevo também a partir da minha experiência como paciente, mas decisões sobre exames, diagnóstico e tratamento devem ser...
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olá, esta é a história real que precisava ser contada. A vida testa a gente nos detalhes mais improváveis, mas a história construída até aqui permanece de pé, registrada com toda a transparência e resiliência possível.
Gostaria de comentar o termo que foi utilizado nesta reportagem (“Aids: eficácia de vacina é real, mas pequena”, 21/10), que fala em grupos de risco. De acordo com as mudanças históricas, não existem mais grupos de risco. Atualmente, o crescimento do número de casos dá-se, de maneira intensa, em heterossexuais, mulheres e crianças, desmistificando a idéia de grupo de risco difundida no início da epidemia da Aids, quando homossexuais, bissexuais, prostitutas e usuários de drogas eram considerados disseminadores do HIV.
Eder Luiz Nota da redação: De fato, hoje em dia, não se fala mais em grupo de risco, mas em comportamentos de risco. (Eder Luiz)
DESTAK JORNAL |
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23/OUTUBRO/09 |
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