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Publicado há 16 anos, 10 meses e 9 dias
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Quinta-feira, 22/10/2009 – 21:36

 

Salvador – Para marcar o Dia Nacional de Combate à Sífilis, comemorado no terceiro sábado de outubro, a Secretaria Municipal da Saúde (SMS), através do Programa Municipal de DST/ Aids, realiza, a partir desta sexta-feira (23), uma série de eventos que visam alertar a população e profissionais de saúde quanto ao controle da doença. Este ano, o tema do Dia Nacional de Combate à Sífilis é “Homem, faça o exame da sífilis”, com o intuito de chamar atenção para a importância da prevenção.

 

As ações serão iniciadas a partir das 9 horas, na Fiocruz-BA. Uma sessão técnico-científica acontecerá para os profissionais que atendem diretamente a população. Já a partir de segunda-feira (26), ocorrerá uma mobilização em todas as unidades de saúde do município, com oferta de exame para diagnóstico da sífilis (ver lista abaixo).

 

O objetivo é promover uma sensibilização para a necessidade do diagnóstico precoce e tratamento imediato da doença, além de buscar obter um diagnóstico da situação real da sífilis no município de Salvador. Os exames serão coletados até o dia 29, em unidades que já tenham sala de coleta. Os resultados serão entregues nas unidades que oferecem tratamento imediato.

 

A Sífilis tem como agente causador a bactéria Treponema pallidum, também conhecida com Lues. Ela começa com uma pequena ferida nos órgãos genitais (pênis, vulva, vagina, colo uterino) que não causa dor. É geralmente única e aparece 20 a 30 dias após a relação sexual infectante. Esta pequena lesão desaparece espontaneamente em menos de um mês. Depois de aproximadamente 10 dias do aparecimento da ferida, surgem caroços nas virilhas (as ínguas) que somem, apesar de não tratadas. Fica-se algum tempo (30 dias) sem manifestações para, então, aparecer manchas avermelhadas na pele, que parecem uma alergia, porém com uma diferença: geralmente não coçam.

 

Daí, então, a doença evolui com aparecimento eventual de alterações na pele e mucosa, principalmente ao redor dos órgãos genitais. Depois de um a dois anos de evolução, a doença entra na fase de latência (ausência de manifestações no corpo). Depois desse período, a doença pode evoluir para fase tardia, principalmente com lesões no coração e cérebro, mas só continua quando não ocorre tratamento adequado. 

JORNAL DA MÍDIA

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23/OUTUBRO/09

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