AIDS: o trabalho da Igreja na África
Publicado em 2 de dezembro de 2009 (há 16 anos, 10 meses e 21 dias)Atualizado em 31 de julho de 2026 (há 2 meses e 22 dias) DOCUMENTO HISTÓRICO E ACERVO Nosso acervo conta com mais de 5.000...
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Nairóbi, 1º dez (RV) – Na África, o continente mais atingido pela AIDS, a Rede Africana dos Jesuítas contra a doença (African Jesuit Aids Network – AJAN) recordou que a Igreja está na linha de frente para debelar a pandemia.
“As suas amplas redes de hospitais, escolas e paróquias e outros institutos se encontram em pontos estratégicos para ajudar as pessoas e comunidades mais atingidas pela pandemia. A Igreja chega onde outros não podem, ela está onde os doentes necessitam” – lê-se em um documento divulgado por ocasião do Dia Mundial de Luta contra a AIDS.
Em relação ao campo médico, a ajuda das instituições eclesiásticas na África é notável. No continente, elas trabalham em mais de mil hospitais e cinco mil clínicas. Existem mais de 800 orfanatos para crianças doentes de AIDS. Segundo as estimativas, as instituições católicas providenciam 25% de todos os tratamentos para a AIDS no mundo, 40% na África, e conseguem oferecer serviços também nas zonas mais remotas.
Além de cuidar dos doentes de AIDS, a Igreja investe muitas energias para conter a difusão da pandemia, encorajar ao teste, investindo numa cuidadosa informação sobre HIV e AIDS, ajudando as pessoas a viverem de maneira responsável e serena.
A prevenção é uma prioridade: no Quênia, por exemplo, existem cerca de 600 programas difundidos por meio de redes católicas de escolas e paróquias. Cerca de 45% da educação oficial no Quênia é fornecida pela Igreja. (BF)
Rádio Vaticano | Editoria: | Pág. | Dia / Mês/Ano: |
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| 01/DEZEMBRO/09 |
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