Gays e TV: Além do convencional
AVISO IMPORTANTEEste texto é informativo e não substitui avaliação médica. Eu escrevo também a partir da minha experiência como paciente, mas decisões sobre exames, diagnóstico e tratamento devem ser...
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Table Of ContentNo entanto, embora seja visível a naturalidade com que os romances homossexuais vêm sendo tratados nas novelas, não somente os gays que ganharam espaço nas tramas. Têm surgido cada vez outros de tipos de relações amorosas que fogem do convencional dueto entre um homem e uma mulher apaixonados. É o caso dos romances em que há terceiros ou até quatos. Em Passione, O turco Farid (Mohamed Harfouch) aproveita a conveniência de trabalhar como barbeiro itinerante para manter uma mulher em cada lugar onde passa. Mas não deverá ter a mesma sorte de Berilo, de ser contemplado com a compreensão de suas três mulheres, Neusa (Heloísa Perissé), Bartira (Andreia Horta) e Penélope (Paula Burlamaqui). Os autores garantem que não deixam de abordar os assuntos que têm vontade em função das restrições, normalmente impostas pelas regras de classificação indicativa. Mas alguns confessam que não se interessam tanto por tramas amorosas. “Sou pouco romântico. Prefiro outras temáticas, como políticas e sociais”, confessa Marcílio Moraes, que escreveu Sonho meu, último folhetim da Globo a ultrapassar a média de 40 pontos na faixa das 18h, e obteve êxito na Record explorando o tráfico de drogas em Vidas opostas e na série A lei e o crime. Cristianne Fridman engrossa o coro. “Nas minhas novelas, histórias românticas não são o carro-chefe”, afirma. CORREIO BRAZILIENSE – DF | |
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