Coquetéis do dia seguinte estão concentrados no Sudeste
Publicado em 7 de setembro de 2012 (há 14 anos, 1 mês e 11 dias)Atualizado em 4 de setembro de 2026 (há 1 mês e 14 dias) DOCUMENTO HISTÓRICO E ACERVO Nosso acervo conta com mais de 5.000 publicações....
Nosso acervo conta com mais de 5.000 publicações. Não apagamos a história porque alguém, em algum lugar, algum dia, poderá precisar saber de algo — e existe, sim, a possibilidade de este ser o único lugar onde este conteúdo ainda exista.
Table Of Content
Este site é mantido de forma totalmente independente por Cláudio Souza, diagnosticado com HIV/AIDS em 1994 e enfrentando, mais recentemente, os diagnósticos de Insuficiência Pancreática Exógena e Miastenia Gravis.
Embora 99% dos medicamentos necessários sejam obtidos via farmácia de alto custo do SUS em Santos, tratamentos essenciais como a colesteramina (Questran) possuem um custo extremamente elevado e sem subsídio.
Se você pode e quer ajudar a manter esta história no ar, faça um PIX de qualquer valor:

Medicamento contra HIV substitui a camisinha em casos de emergência.Remédio é gratuito desde 2011, mas distribuição ainda precisa melhorar.Mais da metade dos “coquetéis do dia seguinte” contra a AIDS retirados nos postos de saúde desde 2011 foram fornecidos na região Sudeste, segundo um levantamento publicado pelo Departamento de DST, AIDS e Hepatites Virais do Ministério da Saúde.
O medicamento distribuído gratuitamente pelo governo serve como uma alternativa de emergência para evitar o contágio pelo HIV. Ele é indicado para casos excepcionais, quando a camisinha falha.
“O método mais eficaz continua sendo o uso do preservativo”, destacou Ronaldo Hallal, infectologista do Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais do Ministério da Saúde.
Hallal explicou que o medicamento tem efeitos colaterais, mas que eles não são graves ao longo de um mês – ele deve ser tomado ao longo de 28 dias. O início do tratamento deve se dar no máximo 72 horas após o ato sexual, caso contrário ele não é eficaz.
Até 2010, o coquetel era usado apenas por profissionais de saúde, após o contato com o HIV. A partir de 2011, o Ministério passou a distribuí-lo para o público em geral. Pessoas sem o vírus que têm um parceiro soropositivo, por exemplo, fazem parte do grupo mais vulnerável. Outros grupos visados pela iniciativa são homossexuais, usuários de drogas e profissionais do sexo.
Mais comum no Sudeste
O levantamento mostrou que, entre janeiro de 2011 e julho de 2012, 2.978 pacientes obtiveram o medicamento. A média mensal passou de 136, em 2011, para 225, em 2012, o que é um aumento de 65%.
No entanto, a distribuição ainda está concentrada no Sudeste. Do total de 2.978 coquetéis distribuídos, 1.918 (64,4%) foram nessa região. “Metade foi só em São Paulo. A rede de serviços do estado é muito estruturada”, explicou Hallal.
O especialista explica que, como o serviço é recente, é difícil tirar conclusões sobre os números, mas que a implementação precisa melhorar em algumas regiões. “Pelo depoimento de pessoas afetadas, ainda há relato de falta de acesso”, contou o médico.![]()
Do G1, em São Paulo
Se você gosta deste trabalho, se ele te ajudou de alguma forma, deixe um comentário abaixo — eu leio todos e sempre respondo, mesmo que demore um pouco.
E se quiser, mande um Pix de R$ 0,25 pelos 25 anos de trabalho:
Chave Pix: solidariedade@soropositivo.org
Você também pode me escrever para: claudio@soropositivo.org
Fale com o Blog Soropositivo
Tem uma pergunta, sugestão ou quer falar sobre janela imunológica, sexo oral, PEP, PrEP ou outro assunto? Use o formulário abaixo.
Erro: Formulário de contato não encontrado.
Descubra mais sobre Acervo HIV/AIDS DST/IST Blog Soropositivo Homepage
Assine para receber nossas notícias mais recentes por e-mail.
No Comment! Be the first one.