Notícias sobre a tuberculose
DOCUMENTO HISTÓRICO E ACERVO Nosso acervo conta com mais de 5.000 publicações. Não apagamos a história porque alguém, em algum lugar, algum dia, poderá precisar saber de algo — e existe, sim, a...
Nosso acervo conta com mais de 5.000 publicações. Não apagamos a história porque alguém, em algum lugar, algum dia, poderá precisar saber de algo — e existe, sim, a possibilidade de este ser o único lugar onde este conteúdo ainda exista.
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Este site é mantido de forma totalmente independente por Cláudio Souza, diagnosticado com HIV/AIDS em 1994 e enfrentando, mais recentemente, os diagnósticos de Insuficiência Pancreática Exógena e Miastenia Gravis.
Embora 99% dos medicamentos necessários sejam obtidos via farmácia de alto custo do SUS em Santos, tratamentos essenciais como a colesteramina (Questran) possuem um custo extremamente elevado e sem subsídio.
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TUBERCULOSE. Um mal antigo, tratável, curável, que vem tomando proporções avassaladoras!
Há boas novas sobre a Tuberculose, segundo a OMS (Organização Mundial da Saúde).
A taxa de mortalidade da doença, que apavorou a população mundial no século passado, diminuiu em 40% entre 1990 e 2010. O Brasil e a China, diz a OMS, estão entre os 22 países onde houve uma diminuição sustentada dos casos da doença nos últimos 20 anos. Atualmente, essa é uma doença tratada e curada com uma combinação de medicamentos de primeira linha (isoniazida e rifampicina). Mas o tratamento incorreto, com frequência relacionado ao abandono dos remédios pelo paciente antes da cura, vem facilitando o surgimento de bacilos resistentes. Contra a chamada TB multirresistente, os remédios de primeira linha são ineficazes. Passa a ser necessário usar antibióticos como a estreptomicina e a amicacina, que podem causar lesões nas células do ouvido como efeito colateral. Por isso, estudo publicado recentemente no “Jornal Brasileiro de Pneumologia” concluiu que pacientes em tratamento da Tb devem ser submetidos também a monitoramento auditivo. Karla A. Vasconcelos e colaboradores da UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro) realizaram testes de audição em doentes medicados em dois hospitais de referência do Rio. Eles encontraram pacientes com diminuição da percepção de sons. Nesses casos, para evitar perda auditiva, recomendam a substituição dos remédios, j Folha de São Paulo – SP | SAÚDE DST, AIDS E HEPATITES VIRAISSe você gosta deste trabalho, se ele te ajudou de alguma forma, deixe um comentário abaixo — eu leio todos e sempre respondo, mesmo que demore um pouco.
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