Como um adolescente que cresceu nos Estados Unidos da década de 80, Toscano viveu em uma época em que o termo ”gay” era um sinônimo de AIDS.
Manaus – Reportagem publicada pela BBC Brasil revela que o americano Peteson Toscano anunciou ter gasto USS$ 30 mil (cerca de R$ 60.500), recorrido a três tentativas de exercismo e passado por um casamento fracassado até conseguir superar seus dilemas pessoais e aceitar que era gay.
O processo durou 17 anos e Toscano hoje milita contra tratamentos que atendem por com nomes como ”conversão” ou ”terapia reparadora”, voltados para gays que querem mudar sua orientação sexual.
Tais práticas contam com o apoio de Igrejas fundamentalistas cristãs. E alguns dos que se submeteram a elas asseguram sua eficácia e se definem como ex-gays.
Mas Toscano, de 47 anos, afirma que não só estes processos não funcionam como também causam danos psicológicos.
Ele é de uma tradicional família ítalo-americana do Estado de Nova York. Cristão devoto e evangélico, Toscano teve dificuldades em aceitar o que via como um conflito entre sua orientação sexual e sua fé.
Nos Estados Unidos, já estão sendo tomadas medidas para proibir parcialmente as terapias de conversões para gays no Estado da Califórnia








