Business is booming.
Esta imagem mostra a cracolândia de uma forma interessante. Do Alto. A imagem é da folha de São Paulo e, no final do texto, você encontrará o link para a matéria em si. Minha pergunta, aqui, é a velha coisa que eu digo: estou chovendo no molhado, mas qual poderia ser o único direito humano garantido nesta situação aqui apresentada? O direito à vida, dirão alguns. Mas eles mesmos não gostariam de viver assim. cacos e mais cacos humanos, eles vegetam entre uma viagem e outra

O Crack e a Internação Involuntária e “Direitos Humanos” Desrespeitados

Responsabilidade Social deixa sua empresa, seu pequeno negócio, muito bonita na foto!

[penci_text_block title=”O Crack, a Internação Involuntária e o Desrespeito aos “Direitos Humanos“ do Usuário” block_title_url=”http://www.dhnet.org.br/direitos/deconu/textos/integra.htm” block_title_align=”style-title-center” block_title_fonts=”font_family:Walter%20Turncoat%3Aregular|font_style:600%20medium%3A600%3Anormal” block_title_font_size=”23px” css_animation=”none” add_title_icon=”true” block_title_off_uppercase=”true” custom_markup_1=”” title_icon=”fa fa-slack” class=”o-crack-e-a-internacao-involuntaria-1″]

A Internação Involuntária é uma possível solução para o Crack. O argumento da proteção a direitos humanos é muitas vezes apenas uma mistura bastante sonora de fonemas e, no entanto, eu gostaria de saber quantas mães, pais, maridos e esposas não prefeririam violar todos estes “direitos humanos” no afã de ter uma só esperança de livrar seus amados e amadas desta ciranda, que se ilustra bem nesta imagem que circula há anos, anos e anos na Internet e que, 👿 feliz e finalmente, MORREU 👿 :

E no caso dela, tanto quanto posso saber, ela não tinha AIDS, um fator que triplica a mortalidade de mulheres dependentes de crack!

Quem me conhece autenticamente sabe o valor que eu dou a cada vida, mesmo as não humanas!

O Crack, a Internação Involuntária e o Desrespeito aos "Direitos Humanos"
A Cronologia fotográfica da morte de uma mulher que, em algum momento, perdeu as esperanças, a fé, perdeu tudo! E deixa-la à própria sorte em nome de direitos humanos parece-me (mas eu sou um néscio) absurdo!

Eu sou Cláudio Souza do Soropositivo.Org….Eu sou DJ. Forçado a sair do mercado ou não, uma vez DJ, sempre DJ.

Mas eu não nasci DJ e, antes de tornar-me “isso”, eu fui morador de ruas, catador de lixo, descarregador de caminhões e vivi um período em estado análogo à escravidão. Era isso ou morrer!

A Última Ronda e a Decisão Tomada: Suicídio! Aí apareceu Fátima

Preferi morar nas ruas quando pude pagar pelas “hospedarias noturnas” pois, na primeira vez, quase fui estuprado e não o fui porque sim, sim e sim, eu sei me virar, e me virar muito bem, desde criancinha.

E, apesar disso, lembro-me de algo, que nem para minha analista eu contei, que termina comigo acordando, todo dolorido e ensanguentado, dentro de uma caçamba de lixo, nas imediações da Praça Princesa Isabel, onde há a estátua do Duque de Caxias!

A causa disso reside em 5 pessoas, tendo uma delas me atraído para esta arapuca com a promessa de comida, um prato de comida!

Um prato de comida que, para que se diga tudo, eu sequer o vi!

E mesmo naqueles dias nenhum defensor de direitos humanos apareceu. E quando eu, e a malta à qual eu pertencia, passei a, junto com a malta, a comer do lixo do Mac Donald’s, coisa pela qual esperávamos todas as noites, nenhum destes defensores de Direitos humanos apareceu, com uma só alternativa que pudesse nos manter  alimentados, depois da gerência da loja entender que “aquilo era um risco à imagem deles” e passou a entregar a comida diretamente aos lixeiros, que não nos davam nada!

Direitos Humanos

Naqueles tempos, quase quarenta anos atrás, não apareceu ninguém, nenhuma maldita pessoa para me levar a um hospital! Eu não obtive auxílio sequer para sair da caçamba! (…).

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Eu tenho uma sessão em meu blog que trata deste assunto:

Crack: é Possível Vencer Mas É Preciso de Um Suporte Enérgico!

 

O Crack!

Eu fiquei duas décadas afastado de minhas filhas, por razões que, durante muito tempo, foram para lá de justas.

Pois, quando eu fiz a menção de entrar na justiça pela guarda de minhas crianças, fui ameaçado de morte!

Não apenas a minha morte mas a morte de todos e todas aquelas pessoas que eu considerava importante! Isso incluiria as meninas também! Bem como da mãe delas, que pediu esta “cobertura”! (…).

O tempo passou, elas cresceram e, uma delas, enveredou pelo caminho do crack! Na angústia que a “fissura” do crack, que só perde para a nicotina em termos de dor abstinencial (me parece ser outro neologismo meu) ela cometeu um crime menor (…).

Roubou, depois de morder a carteira de uma uma senhora, na saída de uma feira!

Ela cumpriu sua pena em liberdade, pois ela passou três meses detida, e assim, não havia mais o que cumprir em detenção!

N Recaída, eu procurei o CRATOD. Inicialmente com Mara! Depois com a Minha Própria Filha

E ela, minha filha, saiu de lá! E saiu inteira! Depois de passar três meses aguardando julgamento. Três meses!

Finalmente ela foi condenada a um ano de prisão, com liberdade vigiada. Eu sequer sabia onde estavam e, sim, eu me comprometo a contar a história com todos os “pingos”, “pontos, “jotas” e “is”.

E eu já aviso: É sórdido!

Durante estes três meses, aguardando o julgamento nenhum dos defensores de direitos humanos jamais fez-lhe uma visita. e não o pela razão óbvia:

Eles não sabiam! Não se importariam em o saber! Afinal, ela já estava internada, involuntariamente, e nada, naquele âmbito, poderia ser feito, e, para escandalizar as massas, e,  mesmo eu não fazia a mais remota ideia do que ocorria dentro daquela construção diante da qual eu passava três ou quatro vezes por semana”

Deus…

E não procuraram saber! Como não procuram dia após dia, as pessoas que vão, muitas vezes se arrastando, à recepção do CRATOD, onde eu estive uma vez como minha esposa, pois eu tinha ido até lá exatamente para esta coisa, abominada por estes “defensores”:

A Internação Compulsória! Quando eu ouvi tudo o que eu acabei por descobrir necessário à internação e eu disse:

Sinto-me, neste momento, como quem veio até aqui em busca de um sniper e encontrei um pescador, de caniço e samburá!

E nem isso a pessoinha entendeu, pelos seiscentos mil diabos!

Viver sem Crack! Ela aprendeu na cadeia e deu graças a deus, pois era, sim, de um jeito ou de outro, uma internação involuntária

Recordo-me de a ouvir dizendo:

-”Ainda bem que fui presa, pois lá não tinha crack e eu aprendi a viver sem isso”. Não parece a vocês que ela agradece a Deus um Deus que ela sequer acredita existir, por ter sido presa e, indiretamente, ter passado por uma internação involuntária?! (???!!!!!).

Depois disso, ela começou a se organizar, se virar (digamos assim) informalmente, com venda de cosméticos

Ela se virou, e se virou bem, em sua iniciativa de empreendedora, com o apoio de um homem que, hoje eu reconheço, a tratava energicamente, pois era, e eu sei disso bem melhor agora, era a única maneira de mantê-la alinhada com as balizas, mesmo que sub-autônoma. Assim: 

Longe das drogas. 

Mas, tão logo tornou-se economicamente independente, ela afastou-se do homem que, diga-se tudo, colocou um advogado decente, interessado na causa, recebendo dinheiro por isso ou não, conheço muitos que só engabelam, que a visitou sistematicamente, as mulheres, via de regra, são abandonadas a si mesmas quando encarceradas. O Texto segue depois do vídeo.

Justificando que pretendia aproximar-se do filho que ela gerou durante a lide dela com o crack, e só Deus sabe como esta criança não nasceu dependente do crack.

Ali ela conheceu um moço, que parecia ser uma pessoa correta, a quem eu acabei por aprender a amar como se amaria a um filho.

Erro de avaliação desastroso

Filho este que, desastrosamente, eu jamais tive. 

E, dor entre tantas dores, eu nunca me enganei, nunca e nunca, tanto a me equivoquei na avaliação de uma pessoa, como me o fiz na leitura deste indivíduo! 

Logo eu, que atravessei o inferno de uma ponta a outra tantas vezes que já não sei como narrar quantas vezes eu tive de lidar com demônios, alguns deles multifacetados, como uma das mulheres que eu amei, GP, que tinha um nome composto:

Maria Isabel

Maria Isabel  me explicava que, enquanto na noite, ela era Isabel e, diante de mim, Maria! Uma bela maneira de se explicar a própria dualidade e, no entanto, no momento da escolha ela foi Isabel, porque, quem me amava era, conforme ela o disse a mim, Maria!

Esta “pessoa”, que eu passei a considerar como filho, consumia cocaína! Todos, todos e todos sabiam, mas ninguém me alertou a respeito disso! Eu não sei se saber tal coisa, e eu creio que, a bem da verdade, tal informação só serviria para me deixar louco da vida, como me deixou naqueles primeiros dias, mudaria algo, mas eu gostaria de estar ciente disso, para intervir, sempre que necessário!

Detalhes Podem Mudar Coisas. Ou Não!

E bem sei que tais detalhes teriam sido inúteis (ou não), se eu os tivesse! Ele mesmo confessou-me isso, quando viu que eu viria a saber, de uma maneira ou de outra!

Mas me foi dito apenas quando a merda toda já estava em todas as paredes, e aí era bem mais do que um tanto quanto tardio!

Apesar dos pesares, ela não conseguiu ficar bem com internações voluntárias, embora eu tenha conseguido deixá-la interna no Américo Bairral, que a liberou depois de três meses (…). E eu fora informado que ninguém sai de lá sem estar bem! Pois bem! Minha filha saiu e não estava bem!

Violação de direitos humanos a internação forçada?

Bem, soube que minha filha está se prostituindo, à “razão de R$ 5,00 por uma “sessão de sexo oral”, ou uma sessão de sexo anal “orque seu sexo oral já me enjoou vagabunda) se quiser ter como pegar mais crack comigo

Você lê o absurdo do contra-senso? Ou preciso desenhar???

Em qual Universo, dentro do Multi-Verso ela tem, nestas condições, algum direito humano garantido e resguardado? Vivendo em um lugar conhecido como “Favela da C*** do C*****o”, quem respeitará os direitos dela.

Pois bem….

[penci_text_block title=”Pois está lá: Na Declaração Universal dos Direitos Humanos, uma falácia, é verdade” block_title_align=”style-title-left” css_animation=”bounceInDown”]

Pois, está lá:

Artigo º5 Ninguém será submetido a tortura, nem a tratamento ou castigo cruel, desumano ou degradante.
  1. Sarajevo;
  2. Alepo;
  3. Damasco
  4. Faixa de Gaza
  5. Trípoli….

Pois, está lá:

Preocupado com ela, eu traduzi um texto, para tentar alertá-la. Depois de uns dez minutos ela me respondeu:

 

“Entendeu” – É a forma que ele usam para dizer ‘entendi’ – “vou tentar me cuidar melhor.” Infelizmente, ela está em uma corrida em direção à morte! Eu gostaria muito de poder interna-la, mesmo que contra a vontade dela, e mantê-la cativa até que se tenha certeza que ela se conscientizou sobre os riscos e consequências de tudo isso, afinal, afinal e afinal

E afinal, eu tenho certeza de estar dando tiros na água, e ainda pode haver quem, sem ter feito nada, movido uma só palha para ajudar a afastá-la ainda terá a audácia e ousadia de me contradizer.

Pois que venha! Mas que venha preparado para a humilhação em praça pública.

Pois eu não economizarei o léxico para qualificá-lo(a) e dizimar-lhes seus argumentos da mesma forma como a bota fulmina a formiga! Afinal…

…sou eu o pai, o pai angustiado, triste, desesperado e deprimido que em uma filha, dentro de uma “casa” (uma residência sub-humana), consumindo crack e se incriminando, sabe lá Deus com o que e os porquês de tudo isso, e eu convido qualquer um a sentar-se em minha cadeira e ficar nela por uma hora apenas, vivenciado esta realidade e diga, sim, por favor, se ainda consegue discordar de mim.

E se você discordar, pense em Whitney Houston ou Amy Winehouse!

E se isso não te basta, que Deus NÃO TENHA MISERICÓRDIA DE SUA HIPOTÉTICA ALMA

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[penci_text_block title=”Acordem Alices! Vocês não Estão No Pais Das Maravilhas” block_title_align=”style-title-left”]

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