
Atualmente, jovens e adolescentes têm em seu comportamento afetivo o hábito de trocar de parceiro constantemente. “Ficando”, por exemplo, com diversas pessoas, muitas vezes desconhecidas, em uma mesma festa.
Mas, o que esses jovens não sabem ou talvez ignorem, é que, às vezes, o ato do beijo na boca pode ser responsável pela transmissão do vírus da AIDS. Apesar de estar classificada como uma Doença Sexualmente Transmissível (DST), não se deve esquecer que além da secreção vaginal, do esperma, da gestação e da amamentação, o sangue também serve como meio transmissor do vírus HIV.
O risco de transmissão pelo beijo existe quando um dos parceiros do casal usa o body piercing (espécie de brinco colocado em outras partes do corpo, diferentes da orelha) na língua ou nos lábios. Estas duas regiões são muito sensíveis, por isso, beijos mais “ardentes” podem acabar acarretando em ferimentos de onde pode haver sangramento. Neste momento, se o sangue estiver infectado e entrar em contato com uma lesão bucal, um corte ou com uma cárie, acontece a possibilidade de infecção do vírus da
AIDS.
Hoje, não se acredita mais em pessoas que fazem parte de um grupo de risco, mas sim em pessoas com comportamento de risco. A troca constante de parceiros é uma das características do comportamento de risco.
Exceto as lesões na região bucal causadas pelo body piercing, a simples troca de saliva durante o beijo não transmite AIDS. Portanto, antes de “ficar” com aquela garota ou garoto bonito, não se esqueça de reparar se ela está usando um body
piercing
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