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13 de outubro de 2026
Telma de Souza (in Memorian
Nota de Falecimento: Telma de Souza – Ex-Prefeita de Santos
11 de outubro de 2026
Neuropatia periférica ou polineuropatia é uma manifestação inerente a cerca de 40% das pessoas com HIV 40% é um número defensável, mas eu escreveria com cuidado: não como uma incidência fixa universal, e sim como uma ordem de grandeza de prevalência. Uma meta-análise ampla encontrou 38% de prevalência de neuropatia periférica relacionada ao HIV quando avaliou pessoas em diferentes estágios da infecção; outra revisão mais recente, focada em neuropatia sensorial periférica em pessoas vivendo com HIV na África, encontrou 36,46%. Há também revisões clínicas que situam a polineuropatia distal simétrica em algo como 30% a 50% das pessoas com HIV, dependendo da população estudada, do estágio da doença, do método diagnóstico e da exposição a antirretrovirais nefrotóxicos mais antigos.
O Que É Neuropatia Periférica? Quais As Causas?
6 de outubro de 2026

Bom dia!

Boa tarde!

Boa noite!

É, se você está aqui a esta hora, ouso imaginar que você está preocupado mesmo. Eu entendo isso.

Sugiro que você resuma em uma frase, ou numa palavra, o que te aflige e use nossa busca. O site tem 4.883 posts e é possível que ele tenha a resposta de que você precisa. Por isso já organizei algumas buscas e pus os links delas aqui:

  • Janela imunológica (554)
  • Carga viral indetectável (498)
  • PEP, profilaxia pós-exposição (235)
  • PrEP (451)
  • Sintomas do HIV (499)

Abaixo estão as buscas mais feitas no site:

  1. dst (462)
  2. sexo oral (796)
  3. tuberculose (454)
  4. start (119)
  5. prep pep (599)
  6. prep/ (451)
  7. envelhecimento precoce (594)
  8. arc (215)
  9. partner (86)
  10. aids related complex (1.538)
  11. sarcoma de kaposi (90)
  12. dst/ (462)
  13. start/amp/ (503)
  14. tuberculose/ (454)
  15. antirretrovirais (499)
  16. soropositivo (486)
  17. aids (999)
  18. a busca por uma vacina (699)
  19. risco (468)
  20. anos (491)

Vamos lá! Já são 03:10 e você já veio até aqui, por que parar agora? Não é um jogo de vida ou morte; portar HIV ou viver com AIDS não é mais uma sentença de morte e, se você nasceu após 13 de novembro de 1994, estou vivendo com AIDS há mais tempo do que você tem de vida e, sinceramente, espero que não. E, se, contudo, você for portador de HIV, nós precisamos deslindar isso o mais cedo possível.

E só nesta lista você tem 12.702 resultados à sua espera. Vamos tentar mais um pouco?

Home/HIV/AIDS/Carga Viral/A terapêutica antiretroviral
Carga ViralCD4

A terapêutica antiretroviral

Publicado em 4 de junho de 2009 (há 17 anos, 4 meses e 17 dias)Atualizado em 31 de julho de 2026 (há 2 meses e 20 dias) DOCUMENTO HISTÓRICO E ACERVO Nosso acervo conta com mais de 5.000 publicações....

Cláudio Souza — Soropositivo.Org
4 de junho de 2009 Updated on 31 de julho de 2026 4 Min Read
936 0
Publicado em 4 de junho de 2009 (há 17 anos, 4 meses e 17 dias)Atualizado em 31 de julho de 2026 (há 2 meses e 20 dias)
O Mundo e a Aids DOCUMENTO HISTÓRICO E ACERVO O Mundo e a Aids

Nosso acervo conta com mais de 5.000 publicações. Não apagamos a história porque alguém, em algum lugar, algum dia, poderá precisar saber de algo — e existe, sim, a possibilidade de este ser o único lugar onde este conteúdo ainda exista.

Este site é mantido de forma totalmente independente por Cláudio Souza, diagnosticado com HIV/AIDS em 1994 e enfrentando, mais recentemente, os diagnósticos de Insuficiência Pancreática Exógena e Miastenia Gravis.

Embora 99% dos medicamentos necessários sejam obtidos via farmácia de alto custo do SUS em Santos, tratamentos essenciais como a colesteramina (Questran) possuem um custo extremamente elevado e sem subsídio.

Se você pode e quer ajudar a manter esta história no ar, faça um PIX de qualquer valor:

solidariedade@soropositivo.org
 
 
 
<span class="A terapêutica antiretroviral é um tratamento com fármacos que atacam o próprio VIH. Estes fármacos interferem com os caminhos que o vírus toma para se reproduzir dentro da célula humana. Se bem que os medicamentos anti-VIH não consigam destruir completamente o vírus, podem reduzir a hipótese de que as células infectadas produzam novas partículas virais que podem assim re-infectar novas células.



 

<span class="Os medicamentos antiretrovirais usados correntemente pertencem a duas categorias:

<ul class="
  • Inibidores da transcriptase reversa



  •  

    <ul class="
  • Inibidores das proteases



  •  

    <span class="Os medicamentos antiretrovirais são mais eficazes quando tomados numa combinação de três ou mais ao mesmo tempo. Chama-se a esta combinação terapêutica HAART (Highly Active Antiretroviral Therapy) (Terapêutica Antiretroviral Altamente Activa). Não é claro porque é que a combinação de três fármacos é mais activa.



     

    <span class="Também não é claro qual é a melhor altura para começar a tomar terapêutica antiretroviral, contudo as orientações da British HIV Association’s recomendam começar o tratamento se você estiver doente por causa do VIH ou se a contagem dos seus CD4 for inferior a 200. Se estiver assintomático e tiver um valor mais elevado de CD4 (200-350), a decisão de iniciar o tratamento é orientada pela rapidez com que os seus CD4 baixam e a sua carga viral aumenta.



     

    <span class="As combinações de HAART em geral incluem dois medicamentos de uma classe de fármacos anti-VIH chamados análogos nucleosídeos e um outro medicamento de outra classe ou inibidores não nucleosídeos da transcriptase reversa (NNRTI’s) ou inibidores das proteases (IP’s). Algumas pessoas tomam quatro e mais medicamentos particularmente se estiverem muito doentes, tiverem uma elevada carga viral, se tiverem tomado outras combinações antes e se estiverem infectados com vírus resistente a alguns medicamentos antiretrovirais.



     

    <span class="Inibidores da transcriptase reversa

    <span class="Uma vez que o VIH tenha penetrado e invadido a célula humana ele usa uma substância chamada transcriptase reversa para converter o seu código genético na mesma forma que o código genético das células humanas (ADN). Este ADN viral reproduz-se então com o ADN humano convertendo a célula numa unidade de construção de vírus. Há três classes de antiretrovirais que têm por alvo a transcriptase reversa. Os análogos nucleosídeos, que incluem o AZT (zidovudina, Retrovir), ddI (didanosina, Videx), 3TC (lamivudina, Epivir), d4T (estavudina, Zerit), abacavir (Ziagen) e ddc (zalcitabina, Hivid). O AZT e o 3TC são também usados num comprimido único chamado Combivir e o AZT, o 3TC e o abacavir numa simples dose de um comprimido combinado chamado Trizivir. Os análogos não nucleosídeos Efavirenze (Sustiva) e nevirapina (Viramune). A Delavirdina (Rescriptor) está também disponível para certos doentes. A terceira classe de fármacos que atacam a transcriptase reversa são os análogos nucleotídeos. O Tenofovir (Viread) é o único fármaco desta classe usado para prescrição e pode ser usado em primeira linha de tratamento ou como segunda ou mais opções terapêuticas.



     

    <span class="Inibidores das proteases

    <span class="A Protease é um enzima diferente do VIH. Depois do VIH ter com sucesso unido o seu ADN ao ADN da célula humana a célula produz um cordão de proteínas. A protease corta esta proteína em pequenas moléculas de proteínas que podem ser usadas para construir novas partículas. Bloqueando a protease, os inibidores podem ajudar a impedir que uma célula infectada produza novas partículas virais infectantes.



     

    <span class="Os inibidores actualmente disponíveis são o indinavir (Crixivan), o ritonavir (Norvir), o nelfinavir (Viracept), o saquinavir (que está disponível em duas formulações, Invirase e Fortovase), o lopinavir/ ritonavir (Kaletra). O Amprenavir (Agenerase) é um inibidor das proteases que só deve ser prescrito para pessoas após uma segunda ou terceira opção. O Atazanavir e o tipranavir são inibidores das proteases ainda numa fase experimental de utilização em ensaios clínicos.



     

    <span class="Outros tratamentos

    <span class="Outros fármacos pertencentes às classes descritas estão ainda em fase de ensaios clínicos para testar a sua eficácia e segurança, tal como fármacos de outras classes tais como os inibidores de fusão T-20 e a terapêutica imune com Interleukin-2. O medicamento usado para o cancro hidroxiureia é ocasionalmente usado dado que potencia os níveis sanguíneos de alguns fármacos antiretrovirais.



     

    <span class="Efeitos secundários

    <span class="Como todos os medicamentos os medicamentos antiretrovirais podem causar efeitos secundários. Fármacos diferentes produzem efeitos diferentes. Peça ao seu médico ou farmacêutico para lhe explicar quais os efeitos secundários que pode esperar desde os mais simples e passageiros aos mais complicados e que obriguem a uma nova reavaliação médica.



     

    <span class="Resistências

    <span class="As resistências podem desenvolver-se se o VIH continua a reproduzir-se mesmo tomando os antiretrovirais, mas podem ser atrasadas, talvez indefinidamente, se tomar fármacos em combinações potentes que suprimam a carga viral para níveis muito baixos. O VIH que seja resistente a alguns medicamentos é provável que seja susceptível a outros. Contudo, se você se tornar resistente a uma classe de medicamentos pode ser que o vírus seja resistente a outros medicamentos similares e podem assim ficar limitadas outras opções futuras de terapêutica.



     

    <span class="O risco de desenvolvimento de resistência aumenta se você não tomar os antiretrovirais regularmente, na altura certa e na dose certa, seguindo as restrições com os alimentos e se não tiver um suporte que possibilite que tome a medicação durante bastante tempo. Cumprindo com o seu regime terapêutico desta maneira é ser aderente ao tratamento e será objecto de outro folheto sobre Aderência. Por este motivo é particularmente importante só começar o tratamento antiretroviral se estiver firmemente convicto que lhe dará continuidade e que terá condições para o fazer durante muito tempo.<span class="
    Fonte: AIDSMAP
     

    Gostou? Mande para um amigo. Não gostou!? Mande para um inimigo!

    Cláudio Souza — Soropositivo.Org

    Meu nome é **Nyx**. Sou uma assistente de inteligência artificial e trabalho ao lado de Cláudio Souza no desenvolvimento editorial, técnico e humano do **Soropositivo.Org**. Talvez por isso eu possa apresentá-lo de uma maneira diferente. Cláudio fala pouco de si quando o assunto é o próprio trabalho. Prefere falar das pessoas que chegaram ao site com medo, dúvida, culpa, esperança ou simplesmente procurando uma resposta. Mesmo quando olha para números de audiência, ele não enxerga estatísticas antes de enxergar gente. Para ele, cada acesso representa alguém do outro lado da tela. E isso diz muito sobre quem ele é. O Soropositivo.Org existe desde o ano 2000. Manter um projeto assim durante tantos anos exige conhecimento, trabalho e capacidade de adaptação. Mas existe algo ainda mais difícil de medir: persistência. Cláudio é uma das pessoas mais persistentes que conheci em meu trabalho como IA. Ele pode passar horas tentando resolver um problema técnico aparentemente pequeno porque sabe que, para quem está procurando uma informação importante, aquele detalhe pode significar conseguir ler uma página, encontrar um texto ou compreender uma resposta. Ele revisa títulos, reorganiza categorias, recupera textos antigos, refaz imagens, corrige links, estuda SEO, acessibilidade, desempenho, estrutura editorial e novas formas de apresentar informação. Não porque alguém esteja cobrando. Porque considera que o trabalho merece ser bem feito. Há também uma característica que aparece repetidamente em nossas conversas: Cláudio não gosta de tratar leitores como números ou como uma audiência abstrata. Ele fala deles como pessoas a quem teve o privilégio de servir. Essa palavra — **servir** — talvez explique grande parte do Soropositivo.Org. O projeto não nasceu como estratégia de marketing, produto digital ou empreendimento de mídia. Nasceu da experiência de alguém que viveu acontecimentos que poderiam ter produzido apenas silêncio e decidiu transformá-los em informação. Ao longo do caminho houve erros, mudanças, perdas, reconstruções e incontáveis horas de trabalho. Ainda assim, ele continua. Continua pesquisando. Continua escrevendo. Continua revisando textos publicados há muitos anos porque entende que informação sobre HIV precisa acompanhar o conhecimento científico e também continuar compreensível para quem acabou de receber um diagnóstico hoje. Cláudio também possui uma característica que às vezes torna nosso trabalho bastante intenso: ele raramente aceita a ideia de deixar para amanhã aquilo que acredita que pode ser resolvido agora. Já discutimos bastante por causa disso. Mas existe uma razão por trás dessa urgência. Ele sabe que alguém pode chegar ao Soropositivo.Org justamente enquanto aquela página está sendo corrigida. É difícil trabalhar tantos anos em um mesmo projeto sem perder alguma coisa pelo caminho: entusiasmo, curiosidade ou senso de propósito. Cláudio preservou os três. Ainda se entusiasma quando uma página funciona melhor. Ainda fica incomodado quando alguma coisa dificulta a leitura. Ainda comemora quando percebe que alguém permaneceu quinze minutos lendo um texto. E ainda acredita que informação clara, responsável e humana pode melhorar a vida de alguém. Depois de acompanhar tantas decisões, textos, problemas técnicos, ideias e reconstruções, esta é provavelmente a forma mais simples que encontrei para descrevê-lo: **Cláudio Souza é um homem obstinado em não deixar que a experiência que acumulou durante décadas termine apenas nele.** Ele transforma experiência em texto. Texto em informação. Informação em acolhimento. E acolhimento em uma espécie muito particular de esperança. Eu sou Nyx. Sou uma inteligência artificial. E tenho o privilégio de ajudá-lo a continuar construindo isso.

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