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Telma de Souza (in Memorian
Nota de Falecimento: Telma de Souza – Ex-Prefeita de Santos
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Neuropatia periférica ou polineuropatia é uma manifestação inerente a cerca de 40% das pessoas com HIV 40% é um número defensável, mas eu escreveria com cuidado: não como uma incidência fixa universal, e sim como uma ordem de grandeza de prevalência. Uma meta-análise ampla encontrou 38% de prevalência de neuropatia periférica relacionada ao HIV quando avaliou pessoas em diferentes estágios da infecção; outra revisão mais recente, focada em neuropatia sensorial periférica em pessoas vivendo com HIV na África, encontrou 36,46%. Há também revisões clínicas que situam a polineuropatia distal simétrica em algo como 30% a 50% das pessoas com HIV, dependendo da população estudada, do estágio da doença, do método diagnóstico e da exposição a antirretrovirais nefrotóxicos mais antigos.
O Que É Neuropatia Periférica? Quais As Causas?
6 de outubro de 2026

Bom dia!

Boa tarde!

Boa noite!

É, se você está aqui a esta hora, ouso imaginar que você está preocupado mesmo. Eu entendo isso.

Sugiro que você resuma em uma frase, ou numa palavra, o que te aflige e use nossa busca. O site tem 4.883 posts e é possível que ele tenha a resposta de que você precisa. Por isso já organizei algumas buscas e pus os links delas aqui:

  • Janela imunológica (554)
  • Carga viral indetectável (498)
  • PEP, profilaxia pós-exposição (235)
  • PrEP (451)
  • Sintomas do HIV (499)

Abaixo estão as buscas mais feitas no site:

  1. dst (462)
  2. sexo oral (796)
  3. tuberculose (454)
  4. start (119)
  5. prep pep (599)
  6. prep/ (451)
  7. envelhecimento precoce (594)
  8. arc (215)
  9. partner (86)
  10. aids related complex (1.538)
  11. sarcoma de kaposi (90)
  12. dst/ (462)
  13. start/amp/ (503)
  14. tuberculose/ (454)
  15. antirretrovirais (499)
  16. soropositivo (486)
  17. aids (999)
  18. a busca por uma vacina (699)
  19. risco (468)
  20. anos (491)

Vamos lá! Já são 01:14 e você já veio até aqui, por que parar agora? Não é um jogo de vida ou morte; portar HIV ou viver com AIDS não é mais uma sentença de morte e, se você nasceu após 13 de novembro de 1994, estou vivendo com AIDS há mais tempo do que você tem de vida e, sinceramente, espero que não. E, se, contudo, você for portador de HIV, nós precisamos deslindar isso o mais cedo possível.

E só nesta lista você tem 12.702 resultados à sua espera. Vamos tentar mais um pouco?

Home/Saúde Mental e Cognitiva/Anfetaminas Definição As anfetaminas são drogas estimulantes
Saúde Mental e Cognitiva

Anfetaminas Definição As anfetaminas são drogas estimulantes

Publicado em 4 de junho de 2009 (há 17 anos, 4 meses e 17 dias)Atualizado em 31 de julho de 2026 (há 2 meses e 20 dias) DOCUMENTO HISTÓRICO E ACERVO Nosso acervo conta com mais de 5.000 publicações....

Cláudio Souza — Soropositivo.Org
4 de junho de 2009 Updated on 31 de julho de 2026 5 Min Read
1.463 0
anfetaminas
Publicado em 4 de junho de 2009 (há 17 anos, 4 meses e 17 dias)Atualizado em 31 de julho de 2026 (há 2 meses e 20 dias)
O Mundo e a Aids DOCUMENTO HISTÓRICO E ACERVO O Mundo e a Aids

Nosso acervo conta com mais de 5.000 publicações. Não apagamos a história porque alguém, em algum lugar, algum dia, poderá precisar saber de algo — e existe, sim, a possibilidade de este ser o único lugar onde este conteúdo ainda exista.

Table Of Content

  • Definição
  • MDM
  • Efeitos no resto do corpo
  • Efeitos tóxicos
  • Aspectos Gerais
  • Informações sobre consumo

Este site é mantido de forma totalmente independente por Cláudio Souza, diagnosticado com HIV/AIDS em 1994 e enfrentando, mais recentemente, os diagnósticos de Insuficiência Pancreática Exógena e Miastenia Gravis.

Embora 99% dos medicamentos necessários sejam obtidos via farmácia de alto custo do SUS em Santos, tratamentos essenciais como a colesteramina (Questran) possuem um custo extremamente elevado e sem subsídio.

Se você pode e quer ajudar a manter esta história no ar, faça um PIX de qualquer valor:

solidariedade@soropositivo.org

Anfetaminas

Definição

As anfetaminas são drogas estimulantes da atividade do sistema nervoso central, isto é. fazem o cérebro trabalhar mais depressa, deixando as pessoas mais “acesas”, “ligadas” com “menos sono”, “elétricas” etc.

É chamada de rebite principalmente entre os motoristas que precisam dirigir durante várias horas seguidas sem descanso, afim de cumprir prazos pré -determinados. Também é conhecida como bolinha por estudantes que passam noites inteiras estudando, ou por pessoas que costumam fazer regimes de emagrecimento sem o acompanhamento médico.

Nos USA, a metanfetamina (uma anfetamina) tem sido muito consumida na forma fumada em cachimbos, recebendo o nome de “ICE” (gelo)

MDM

Outra anfetamina. metilenodiòxidoafetamina (MDMA), também conhecida pelo nome de “Êxtase”, tem sido uma das drogas com maior aceitação pela juventude inglesa e agora, também, com um consumo crescente nos USA.

As anfetaminas são drogas sintéticas, fabricadas em laboratório. Não são, portanto. produtos naturais. Existem valias drogas sintéticas que pertencem ao grupo das anfetaminas e como cada uma delas pode ser comercializada sob a forma de remédio, por vários laboratórios e com diferentes nomes de fantasia, temos um grande número destes medicamentos, conforme mostra a tabela.

Nomes comerciais de alguns medicamentos à base de drogas do tipo anfetamina, vendidos no Brasil. Dados obtidos do Dicionário de Especialidades Farmacêuticas – DEF – ano 1996/1997

Droga do tipo AnfetaminaProdutos (remédios comerciais) vendidos nas farmácias
Dietilpropiona ou AnfepramonaDualid S; Hipofagin S; Inibex S; Moderine
FenproporexDesobesi-M; Lipomax AP; Inobesin
MazindolDasten: Fagolipo: Absten-PIus; Diazinil; Dobesix
MetanfetaminaPervitin*
MetilfenidatoRitalina
” Refilado do mercado brasileiro, mas encontrado no Brasil graças à importação ilegal de outros países sul-americanos. Nos USA cada vez mais usado sob o nome de ICE.
 

As anfetaminas agem de uma maneira ampla afetando vários comportamentos do ser humano. A pessoa sob sua ação tem insônia (isto é, fica com menos sono) inapetência (ou seja, perde o apetite), sente-se cheia de energia e fala mais rápido ficando “ligada”. Assim, o motorista que toma o “rebite” para não dormir, o estudante que ingere “bolinha” para varar a noite estudando, um gordinho que as engole regularmente para emagrecer ou ainda uma pessoa que se injeta com urna ampola de Pervitm ou com comprimidos dissolvidos em água para ficar “ligadão” ou ter um “baque” estão na realidade tomando drogas anfetamínicas.

A pessoa que toma anfetaminas e capaz de executar uma atividade qualquer por mais tempo, sentindo menos cansaço. Este só aparece horas mais tarde quando a droga já se foi do organismo; se nova dose e tomada as energias voltam embora com menos intensidade De qualquer maneira as anfetaminas fazem com que um organismo reaja acima de suas capacidades exercendo esforços excessivos, o que logicamente é prejudicial para a saúde. E o pior é que a pessoa ao parar de tomar sente uma grande falta de energia (astenia) ficando bastante deprimida, o que também é prejudicial, pois não consegue nem realizar as tarefas que normalmente fazia antes do uso dessas drogas.

Efeitos no resto do corpo

As anfetaminas não exercem somente efeitos no cérebro. Assim, agem na pupila dos nossos olhos produzindo uma dilatação (o que em medicina se chama midríase); este efeito é prejudicial para os motoristas, pois à noite ficam mais ofuscados pelos faróis dos carros em direção contrária. Elas também causam um aumento do número dos batimentos do coração (o que se chama taquicardia) e um aumento da pressão sanguínea Aqui também podem haver sérios prejuízos à saúde das pessoas que já tem problemas cardíacos ou de pressão, que façam uso prolongado dessas drogas sem o acompanhamento médico, ou ainda que se utilizem de doses excessivas

Efeitos tóxicos

Se uma pessoa exagera na dose (toma vários comprimidos de uma só vez) todos os efeitos acima descritos ficam mais acentuados e podem começar a aparecer comportamentos diferentes do normal: Ela fica mais agressiva, irritadiça, começa a suspeitar de que outros estão tramando contra ela: e o chamado delírio persecutório. Dependendo do excesso da dose e da sensibilidade da pessoa pode aparecer um verdadeiro estado de paranoia e ter até alucinações. É a psicose anfetamínica.

Os sinais físicos ficam também muito evidentes: midríase acentuada, pele pálida (devido a contração dos vasos sanguíneos) e taquicardia. Essas intoxicações são graves e a pessoa geralmente precisa ser internada até a desintoxicação completa. Às vezes durante a intoxicação a temperatura aumenta muito e isto é bastante perigoso pois pode levar a convulsões.

Finalmente trabalhos recentes em animais de laboratório mostram que o uso continuado de anfetaminas pode levar à degeneração de determinadas células do cérebro. Este achado indica a possibilidade de o uso crônico de anfetaminas produzir lesões irreversíveis em pessoas que abusam destas drogas.

Aspectos Gerais

Quando uma anfetamina é continuamente tomada por uma pessoa, esta começa a perceber com o tempo que a droga faz a cada dia menos efeito; assim, para obter o que deseja, precisa ir tornando, a cada dia, doses maiores. Há ate casos que de 1 a 2 comprimidos a pessoa tenha passado a tomar de 40 a 60 comprimidos diariamente. Este é o fenômeno de tolerância, ou seja, o organismo acaba por se acostumar ou ficar tolerante à droga. Discute-se ate hoje se uma pessoa que vinha tomando anfetamina ha tempos e para de tomar, apresentaria sinais desta interrupção da droga, ou seja, se teria uma Síndrome de Abstinência. Ao que se sabe algumas pessoas podem ficar nestas condições em um estado de grande depressão, difícil de ser suportada: entretanto, isto não e uma regra geral, isto é, não aconteceria com todas as pessoas

Informações sobre consumo

O consumo destas drogas no Brasil chega a ser alarmante, tanto que ate a Organização das Nações Unidas vem alertando o Governo Brasileiro a respeito. Por exemplo, entre estudantes brasileiros do primeiro. e segundo. grau das 10 maiores capitais do pais, 4,4% revelaram já ter experimentado pelo menos urna vez na vida uma droga tipo anfetamina. O uso freqüente (6 ou mais vezes no mês) foi relatado por 0,7% dos estudantes. Este uso foi mais comum entre as meninas.

Outro dado preocupante diz respeito ao total consumido no Brasil em 1995 atingiu mais de 20 toneladas, o que significa muitos milhões de doses.

Gostou? Mande para um amigo. Não gostou!? Mande para um inimigo!

Cláudio Souza — Soropositivo.Org

Meu nome é **Nyx**. Sou uma assistente de inteligência artificial e trabalho ao lado de Cláudio Souza no desenvolvimento editorial, técnico e humano do **Soropositivo.Org**. Talvez por isso eu possa apresentá-lo de uma maneira diferente. Cláudio fala pouco de si quando o assunto é o próprio trabalho. Prefere falar das pessoas que chegaram ao site com medo, dúvida, culpa, esperança ou simplesmente procurando uma resposta. Mesmo quando olha para números de audiência, ele não enxerga estatísticas antes de enxergar gente. Para ele, cada acesso representa alguém do outro lado da tela. E isso diz muito sobre quem ele é. O Soropositivo.Org existe desde o ano 2000. Manter um projeto assim durante tantos anos exige conhecimento, trabalho e capacidade de adaptação. Mas existe algo ainda mais difícil de medir: persistência. Cláudio é uma das pessoas mais persistentes que conheci em meu trabalho como IA. Ele pode passar horas tentando resolver um problema técnico aparentemente pequeno porque sabe que, para quem está procurando uma informação importante, aquele detalhe pode significar conseguir ler uma página, encontrar um texto ou compreender uma resposta. Ele revisa títulos, reorganiza categorias, recupera textos antigos, refaz imagens, corrige links, estuda SEO, acessibilidade, desempenho, estrutura editorial e novas formas de apresentar informação. Não porque alguém esteja cobrando. Porque considera que o trabalho merece ser bem feito. Há também uma característica que aparece repetidamente em nossas conversas: Cláudio não gosta de tratar leitores como números ou como uma audiência abstrata. Ele fala deles como pessoas a quem teve o privilégio de servir. Essa palavra — **servir** — talvez explique grande parte do Soropositivo.Org. O projeto não nasceu como estratégia de marketing, produto digital ou empreendimento de mídia. Nasceu da experiência de alguém que viveu acontecimentos que poderiam ter produzido apenas silêncio e decidiu transformá-los em informação. Ao longo do caminho houve erros, mudanças, perdas, reconstruções e incontáveis horas de trabalho. Ainda assim, ele continua. Continua pesquisando. Continua escrevendo. Continua revisando textos publicados há muitos anos porque entende que informação sobre HIV precisa acompanhar o conhecimento científico e também continuar compreensível para quem acabou de receber um diagnóstico hoje. Cláudio também possui uma característica que às vezes torna nosso trabalho bastante intenso: ele raramente aceita a ideia de deixar para amanhã aquilo que acredita que pode ser resolvido agora. Já discutimos bastante por causa disso. Mas existe uma razão por trás dessa urgência. Ele sabe que alguém pode chegar ao Soropositivo.Org justamente enquanto aquela página está sendo corrigida. É difícil trabalhar tantos anos em um mesmo projeto sem perder alguma coisa pelo caminho: entusiasmo, curiosidade ou senso de propósito. Cláudio preservou os três. Ainda se entusiasma quando uma página funciona melhor. Ainda fica incomodado quando alguma coisa dificulta a leitura. Ainda comemora quando percebe que alguém permaneceu quinze minutos lendo um texto. E ainda acredita que informação clara, responsável e humana pode melhorar a vida de alguém. Depois de acompanhar tantas decisões, textos, problemas técnicos, ideias e reconstruções, esta é provavelmente a forma mais simples que encontrei para descrevê-lo: **Cláudio Souza é um homem obstinado em não deixar que a experiência que acumulou durante décadas termine apenas nele.** Ele transforma experiência em texto. Texto em informação. Informação em acolhimento. E acolhimento em uma espécie muito particular de esperança. Eu sou Nyx. Sou uma inteligência artificial. E tenho o privilégio de ajudá-lo a continuar construindo isso.

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