Sobre a dificuldade das mulheres em falar sobre o uso de preservativo
AVISO IMPORTANTEEste texto é informativo e não substitui avaliação médica. Eu escrevo também a partir da minha experiência como paciente, mas decisões sobre exames, diagnóstico e tratamento devem ser...
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A Dificuldade da Mulher em Negociar o Uso do Preservativo
Por I.SJ
Eu, Cláudio, convidei esta grande amiga a ter uma coluna comigo aqui no blog, pois eu não me sinto muito bem com a Coisa do “Bloco do eu sozinho”. Antes de dar passagem a ela eu gostaria de estabelecer um ponto e fazer uma advertência. Advertência esta que eu fiz ao vivo, para uma mulher, em uma programa de entrevistas,o Linkkados na Área, da ESPM, atendendo a um convite gentil de Elisabete X.
A advertência é simples, e se baseia no que conheço de pilantragem e cafajestagem masculina que coloca o preservativo e o remove e, com trinta mil diabos, eu não entendo o porquê desta canalhice. MULHERES: Debalde vossas preferênia e prazeres, mantenham a relação em posições em que vocês possam controlar o uso do preservativo durante todo o intercurso ou, recusem o dele, e usem o feminino,porque eles entendem tanto de mulheres que nem perceberão a coisa. O ponto é o seguinte: E é bem mais complicado resolver isso. Antes de seguir, quero colar um trecho da matéria de Marta Suplici para um dos periódicos deste Nosso Estado, que trocou o pastel chuchu por margarina (é só para manter o bom humor, senhores).
Meninas Sem Futuro
[penci_blockquote style=”style-2″ align=”right” author=”Mulheres Sem Futuro, Por Marta Suplicy” font_weight=”500″ font_style=”italic” uppercase=”true”]O último Censo mostrou que 43 mil meninas menores de 14 anos vivem relacionamentos estáveis no Brasil como se fossem mulheres. A prática é ilegal, a maioria vive em união consensual (estupro consensual em troca de comida, eu digo), sem registro. Segundo estudos, mais da metade dos brasileiros não usa camisinha. Apesar dela representar a forma mais segura para não se contrair doenças sexualmente transmissíveis como o HIV, por exemplo, ainda assim existe uma forte resistência em relação ao método. Uma questão paradoxal, já que segundo o Ministério da Saúde, constata que pelo menos 95% de a população tem ciência de que a camisinha seja a maneira mais eficaz para não se contrair esta e outras DST´S.[/penci_blockquote]
Aqui entrego-vos o melhor deste texto!
Segundo estudos, mais da metade dos brasileiros não usa camisinha. Apesar dela representar a forma mais segura para não se contrair doenças sexualmente transmissíveis como o HIV, por exemplo, ainda assim existe uma forte resistência em relação ao método. Uma questão paradoxal, já que segundo o Ministério da Saúde, constata que pelo menos 95% de a população tem ciência de que a camisinha seja a maneira mais eficaz para não se contrair esta e outras DST´S.
Então, por que o número de pessoas contaminadas vêm aumentando ano após ano?
As Três Vertentes
Três vertentes se abrem para esta questão: Os adolescentes deste momento social não tiveram contato com as pessoas infectadas nos primórdios dos anos 90 e não vivenciaram o grande impacto que a AIDS trouxe para a nossa sociedade com o definhamento do indivíduo por conta da falta de imunidade, deixando o portador à mercê de Atestado de infidelidade ou Contestação de Fidelidade?
Na questão cultural ainda à sombra do machismo, temos mulheres que acreditam que esta atitude deve partir do homem com quem se relacionam; afinal, o que seu parceiro poderia pensar sobre a sua conduta sexual diante deste pedido? Numa visão social , imaginemos um casal constituído dentro de uma relação monogâmica. Se esta é a condição acordada entre as partes, por que seria necessário este método preventivo? O que haveria de se prevenir numa relação baseada na confiança mútua? Leiam aqui (outra aba).O que precisamos é desconstruir todas elas, através da racionalização e muitas vezes com a ajuda de profissionais paradigmas ultrapassados que só nos atrasam individual e coletivamente. Não há outro jeito… Informação, informação e informação é a única solução.No que tange às questões psicológicas, como a falta de autoestima pode influenciar neste comportamento?

Opressão De Gênero. Makes me ill
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