O Porta NE10 informou em cinco de Dezembro às 18h50 que os portadores de HIV que fazem uso do remédio Tenofovir tem tido dificuldades para obtê-lo nas farmácias hospitalares atendidas pelo Estado.
Segundo o Jornal que publicou, Ipsis Literis que “quem é soropositivo tem tido dificuldade para conseguir alguns medicamentos antirretrovirais na rede pública de saúde do Recife. A ONG Gestos, que defende os direitos das pessoas com HIV, recebeu várias denúncias em outubro e que se repetiram neste mês.”
“Não é só uma vez que acontece, é um problema comum no sistema. Numa frequência que não gostaríamos que acontecesse”.
O abastecimento dos antirretrovirais é de responsabilidade do Governo Federal, e a distribuição fica a cargo dos estados e municípios.
Ainda de acordo com s Informações da assessora,” as reclamações foram encaminhadas à Assistência Farmacêutica de Pernambuco que, por sua vez, deu o prazo desta sexta-feira (5) para normalizar a situação”.
Segundo Jair Brandão educador e ativista da Gestos “existem estoques suficientes nos depósitos, mas a dificuldade está na distribuição, principalmente na falta de atualização, por parte dos farmacêuticos, do Sistema de Controle Logístico de Medicamentos Antirretrovirais (Sinclom), do Ministério da Saúde.”
Brandão explica que essa combinação de remédios faz parte do coquetel de antirretrovirais tomados diariamente por portadores de HIV e são essenciais para a qualidade de vida dos pacientes, conforma relatamos acima.
Na atualidade, mais de dez mil pacientes, entre gestantes (imprescindível o tratamento para evitar que a criança nasça com HIV), adultos e crianças, recebem medicamento por meio da Assistência Farmacêutica de Pernambuco.
A SES, Secretaria Estadual de Saúde informa que apenas o Tenofovir teve a entrega atrasada este mês pelo órgão federal (…)e que duas remessas chegaram na última semana em processo de distribuição nas unidades, totalizando quase quatrocentos mil comprimidos; por outro lado Secretaria de Saúde do Recife relatou desabastecimento, inclusive do Tenofovir, na Policlínica Lessa de Andrade, e que a situação está em processo de normalização.
Nota do Editos de Soropositivo Web Site: Eles dizem “apenas” porque não precisam da medicação; caso contrário, estariam, também, esmurrando a porta em nome da própria sobrevivência.
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