Vírus da Aids é resistente em 7% dos pacientes, diz pesquisa
Publicado em 11 de outubro de 2009 (há 17 anos e 7 dias)Atualizado em 31 de julho de 2026 (há 2 meses e 17 dias) DOCUMENTO HISTÓRICO E ACERVO Nosso acervo conta com mais de 5.000 publicações. Não...
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Embora 99% dos medicamentos necessários sejam obtidos via farmácia de alto custo do SUS em Santos, tratamentos essenciais como a colesteramina (Questran) possuem um custo extremamente elevado e sem subsídio.
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Um estudo feito com 400 pessoas de 13 cidades brasileiras mostrou que o vírus da AIDS é resistente em 7% dos pacientes que ainda não se trataram com antirretrovirais (coquetéis que fortalecem o sistema imunológico). A Organização Mundial da Saúde (OMS) orienta, quando o porcentual supera 5%, que os governos ofereçam o teste que faz o sequenciamento genético do vírus e, assim, saibam a quais drogas o paciente é resistente. O Ministério da Saúde admite que poderá rever seus critérios no futuro se esses resultados forem confirmados por pesquisas clínicas e tornar os testes disponíveis, a chamada genotipagem, nesses casos. O custo é de US$ 122,89 por teste e ainda não há grupos de pesquisa trabalhando no desenvolvimento de um teste nacional. Especial Sexo e Sedução Especial Kama Sutra Atualmente, o governo só oferece o exame quando o coquetel com antirretrovirais não está fazendo o efeito desejado ou em crianças que foram infectadas pelas mães ainda na gravidez, por meio da transmissão vertical. Para um dos coordenadores do estudo, Marcelo Soares, do Departamento de Genética da Universidade Federal do Rio de Janeiro, o estudo mostra que há necessidade de o Ministério da Saúde repensar sua política. Para a coordenação do Programa Nacional DST/AIDS, no entanto, é preciso que sejam feitos novos estudos para determinar se há uma melhora no tratamento dos pacientes que souberem antes que possuem o vírus resistente. Estão em São Paulo 60% dos casos de HIV resistente.
ABRIL.COM | Editoria: | Pág. | Dia / Mês/Ano: |
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| 10/OUTUBRO/09 |
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