O que a AIDS tem a ver com você
O que a AIDS tem a ver com você Cazuza (1958-1990) protagonizou um dos casos mais emblemáticos e conhecidos de luta contra a AIDS no Brasil Alguns dias antes do feriado de 7 de setembro de 1982, um...
O que a AIDS tem a ver com você

Cazuza (1958-1990) protagonizou um dos casos mais emblemáticos e conhecidos de luta contra a AIDS no Brasil
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Alguns dias antes do feriado de 7 de setembro de 1982, um jovem entrou no consultório da dermatologista Valeria Petri, em São Paulo. “Ele apresentava uma lesão única no pé, muito diferente do que costumávamos observar”, conta a médica, da Universidade Federal de São Paulo. A tal lesão era o sarcoma de Káposi, tumor maligno que representava um cartão de visita da AIDS, até então desconhecida no Brasil. “Como não sabíamos o que era a doença, seguíamos a pouca literatura médica estrangeira e aprendemos como tratá-la na prática”, recorda o infectologista Caio Rosenthal, do Instituto de Infectologia Emílio Ribas, em São Paulo. Junto com Valeria, Rosenthal integrou a equipe que fez o diagnóstico dos primeiros casos de infecção pelo vírus HIV no país.
O fator psicológico
Atividade física
Sexo seguro

Como emoções negativas derrubam nossas defesas
Soropositivo ou aidético?
Sob os holofotes da imprensa
Com uma carreira de sucesso na televisão, o ator divulgou sua soropositividade em 1992 e faleceu um ano depois, após uma pneumonia – quadro típico de quem lutava contra o problema.
Sandra Bréa (1952-2000)

Em 1993, a atriz – considerada símbolo sexual do país e estrela de várias novelas – assumiu ser soropositiva. Sandra foi a primeira mulher famosa a contar publicamente que lutava contra a doença.
REPORTAGEM: CHLOÉ PINHEIRO
Nota do Editor de Soropositivo Web Site: A infecção por HIV e suas conseqüências tem muito a ver com você. Dificilmente sua família não tem nenhum caso. Nem que seja aquele primo que ninguém lembra mais, na sua família; há 99,7% de possibilidade de haver alguém com AIDS em sua família. W é Esta Universalização da doença que deveria, pelo menos eu penso assim, diminuir preconceitos e criar mais engajamento pois, afinal, é um problema de todos e ainda poderá a vir seu, propriamente dito, na pele e no sangue.
E é por isso que quando eu vejo uma pessoa discriminar alguém só porque tem AIDS eu penso: “Coitado… É burro…”
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