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A AIDS e as drogas

crack yO Uso de Drogas e a AIDS

 

Desde que o crack se espalhou como uma praga, é comum ver jovens de todas as classes rolando despenhadeiro abaixo, às vezes caindo na marginalidade graças ao uso de drogas.

São muitos os motivos que levam uma pessoa ao vício. Para vítimas da miséria ou de conflitos familiares, por exemplo, o uso de drogas pode surgir como uma fuga.

Também há quem subestime o crack, acreditando ser capaz de se controlar. Mas quando se fala nesse entorpecente as batalhas nunca são facilmente vencidas.

Na verdade, o uso de drogas como o crack costuma levar a um poço muitas vezes sem fundo, onde se encontra até mesmo a AIDS.

Engana-se você, se pensa que as drogas que você consome (se consome) são produzidas em ambientes como este, onde  biosegurança é completa. Drocas são preparadas em ambientes sujos, impróprio e perigoso. Além disso, fui DJ, na noite (na pior das noites) e vi muita coisa; Gente batizando cocaina com veneno de rato, com mata pulgas, com vidro moído.... Não há segurança no consuma das drogase o nome "DROGA", já diz tudo. Depois, não se queixe

Engana-se você, se pensa que as drogas que você consome, se consome, são produzidas em ambientes como este, onde biossegurança é completa.
Drogas são preparadas em ambientes sujos, impróprios, insalubres e perigosos. Além disso, fui DJ, na noite (na pior das noites) e vi muita coisa; Gente batizando cocaína com veneno de rato, com mata pulgas, com vidro moído…. Não há segurança no consumo das drogas e  o nome “DROGA”, já diz tudo. Depois, não se queixe.Droga É O FIM DA PICADA

O crescimento do uso de drogas no país é preocupante. Suas consequências podem levar um viciado a se envolver num ciclo de sofrimento. Nos piores casos, o uso de drogas leva à criminalidade. Marginalizados, muitos usuários veem o roubo como a única maneira de sustentar seu vício. Mulheres e homens também se prostituem em troca da pedra.

Além de trazer perigos evidentes, o uso de drogas ainda esconde males menos conhecidos. No caso do crack, por exemplo, poucos sabem da sua relação próxima com a Síndrome da Imunodeficiência Adquirida.

O HIV é o vírus que causa a AIDS, atacando as células do sistema imunológico da pessoa infectada. Assim, o corpo se torna, a pouco e pouco incapaz de combater doenças oportunistas como, por exemplo o sarcoma de kaposi ou a pneumocistose, um tipo muito agressivo de pneumonia que só afeta pessoas com o sistema imunológico debilitado.

Antes fatal, a AIDS se tornou tratável com um coquetel de medicamentos disponibilizado até mesmo por órgãos públicos. O grande problema é que pessoas marginalizadas, como aquelas que vivem para o uso de drogas, não buscam o tratamento para a SIDA, maneira como portugueses e pessoas de língua hispânica se referem à doença, até mesmo ignorando o fato de estar contaminadas. Daí vem a relação fatal entre o uso de drogas como o crack e a SIDA.

Cascade of many pills.

A pedra do crack é a versão cristalizada da cocaína. Com grande poder de vício, chegou ao Brasil nos anos noventa, pouco depois do surto de AIDS dos anos oitenta.

Aos poucos, o entorpecente acabou tomando conta de praças e calçadas das grandes cidades. Logo, o uso de drogas faria parte também do cenário de cidades menores, em todas as regiões do país.

O uso de drogas como o crack dá prazer e euforia. Potente e relativamente barata, a pedra supostamente mata a fome de quem não tem o que comer. Mas essas sensações duram pouco, deixando os usuários deprimidos e fissurados por mais. Chega um momento em que conseguir mais uma “rocha” se torna a única razão de viver de quem é refém do uso de drogas.

Popularmente relacionado aos moradores de rua, o uso de drogas vai muito além de praças e sarjetas, alcançando diversas classes sociais. Muitos dos usuários entram no vício do crack em busca de um entorpecente de recreação.

amy winehouse

Contudo, mais poderosa, a pedra cobra seu preço: vicia rapidamente, traz paranoia, causa espasmos musculares e pode matar.

Ainda assim, o grande mal do uso de drogas é outro: entregue ao vício, a vida perde o rumo. Sem perspectivas, o refém do uso de drogas se torna apático.

Cego pelo crack, não respeita familiares e amigos. Quando não se sente parte da sociedade, pode cometer crimes. Além de destruir a vida familiar e profissional, o uso de drogas ainda oferece riscos de morte.

Isso não só entre os que se expõem a um AVC (quando veias não suportam a pressão sanguínea e se rompem) ou tombam no violento mundo das ruas, mas também porque o uso de drogas como o crack esconde outro mal: a AIDS.

aids schleife ribbonApesar de não usar seringas, os usuários do crack são os mais sujeitos à contaminação do vírus da AIDS. Isso acontece, por exemplo, porque muitos reféns do uso de drogas, quando entorpecidos, não se preocupam com a camisinha quando transam.
Outra razão da contaminação pela AIDS é a prostituição. Sem qualquer estabilidade, uma das únicas maneiras de mulheres e homens reféns do uso de drogas conseguirem dinheiro é essa.

Quando se fala na AIDS, a promiscuidade sem a preocupação de se cuidar aumenta o perigo de contaminação. A transmissão da AIDS pode se dar por meio da transfusão de sangue infectado, mas isso é raro.

Diante do uso de drogas, o vírus da AIDS passa de uma pessoa a outra devido ao compartilhamento de seringas.

Mas vale lembrar que o vírus da AIDS é transmitido principalmente através da relação sexual sem camisinha.
No Brasil, estima-se que quase trezentas mil pessoas já morreram por causa da AIDS.

Atualmente, há cerca de seiscentas mil pessoas contaminadas pelo HIV no país. Muitas são sabem que tem AIDS – e talvez descubram tarde demais.

Boa parte das pessoas que ignoram a AIDS são reféns do uso de drogas e vivem marginalizadas.

Vale lembrar que a AIDS não infecta somente através da penetração vaginal ou anal, mas também por meio do sexo oral.

A única maneira de se proteger do HIV na hora do sexo é o uso da camisinha. O exame que denuncia o vírus da AIDS é realizado gratuitamente em alguns hospitais públicos.

O coquetel de tratamento da AIDS também é oferecido pelo sistema público de saúde.

Todo viciado deve buscar se livrar do uso de drogas. Ao longo dessa estrada cheia de obstáculos, o único caminho que leva para longe da AIDS passa pela camisinha.

É preciso também evitar compartilhar seringas, quando se trata de entorpecentes injetáveis, um perigo em relação à AIDS. O mais importante é lutar com todas as forças contra o uso de drogas, buscando ajuda quando possível.

Afinal, droga é o fim da picada.

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1 comentário em A AIDS e as drogas

  1. Eu tenho um problema. Sofro de neuropatia periférica por HIV. É uma inflamação dos nervos que começa pelos pés e pelas mãos (por isso periférica) Mas ela progride; e, em meu caso, já e bem vasta a área do corpo que esta assim. E eu tomo METADONA 3 vezes por dia e Gabapentina 3 vezes por dia.
    Para esclarecer, eu tomo 1 comprimido de uma droga pesada a cada 90 minutos.
    A metadona, segundo me explicou que a metadona é 37 vezes mais potente que a morfina, que eu já tomei via oral e na veia mesmo.
    Se os brasileiros não fossem tão conservadores (exceto no carnaval né?) eu poderia viver bem com dois cigarros de maconha ao dia sem tomar opiáceos.

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