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Toxicodependência atua como combustível para surto conjunto de HIV e Hepatite C em zonas rurais nos EEUU

Nota: Embora o texto fale da situação dos estados de Indiana, Virgínia, Virgínia Ocidental, Kentucky e Tennessee, eu tive uma quase irresistível sede de musicar o texto com música do Gonzaguinha que diz: Isso aqui Ioiô… é um pouquinho de Brasil Iaiá…. Boa leitura

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Пандемия (pandemic). Желтая оградительная лента

David HeitzPor: David Heitz
Junho 14th, 2015

UDI

Drogas… O fim da picada

Quando a notícia da epidemia de HIV rural Indiana quebrou em Março, os especialistas advertiram que só pode ser a ponta do iceberg.Rapaz nunca foi tão evidente esta realidade…

Como de tarde março de 81 pessoas na pequena Indiana condado de Scott tinha sido infectado com o HIV, a maioria delas dependentes dos opiáceos, os toxicodependentes que compartilharam agulhas e seringas para injetar a droga.

A partir de 10 de Junho, o número saltou para 169, de acordo com o Departamento de Saúde do Estado.

A boa notícia é, o número de novos casos confirmados finalmente parece estar a abrandar. A notícia ruim é, no estado de Indiana, o pesadelo do HIV provavelmente está sendo replicado em outros lugares.

Um relatório publicado no último mês pelo Departamento de Defesa dos E. U. A. Centros de Controle de Doenças e Prevenção (CDC) demonstrou que as taxas de infecção de hepatite C triplicou entre 2006 e 2012 entre as pessoas com menos de 30 anos de idade em quatro membros de tribos apalaches. Fora de quase 1.400 casos notificados, três quartos deles eram usuários de drogas injetáveis com menos de 30 anos de idade e vivem na Virgínia, Virgínia Ocidental, Kentucky e Tennesse.

Embora o relatório centre-se sobre a hepatite C, é muito provável que, pelo menos alguns deles, também estão infectados com o HIV. Em uma história contada pela Associated Press nominada Perigo, Ky.,  e uma cidade que se tornou famosa por sua sexy década de 1970 proíbe Bo e Luke Duke da série de televisão “os da série Dukes of Hazzard“, a saúde pública jornal advertiu: “Uma pessoa pode ser a Mãe da febre tifóide com relação ao HIV.”

O HIV e a hepatite C viajam juntos com o Usuário de Drogas Injetáveis (UDI)

O Dr. Jennifer, um epidemiologista da Universidade de Kentucky, Centro de Investigação da droga e do álcool, explicou que o surto de hepatite C pode ser um precursor para uma epidemia HIV. Isso porque ambas as doenças são altamente transmissíveis através de uso de droga e sexo desprotegido.

O inverso também é verdadeiro. Surtos de HIV pode sinalizar uma vinda de um surto de Hepatite C, um cenário que já está se estendendo em Indiana.

O que é que estes surtos bem próximos de um apocalipse – como cenário para as comunidades rurais do Sul é o fato de eles não estavam preparados para isso. Tal coisa é um fato e ponto; apesar de um relatório emitido há um ano pela Associação de Saúde Rural Nacional ter soado um alarme avisando que este dia estava chegando.

“O HIV é de particular preocupação para América rural porque a falta de recursos pode levar a falhas na detecção da infecção e na manutenção do tratamento, afirma o relatório. “Além disso, as normas tradicionais e valores conservadores em áreas rurais, onde frequentemente isso se traduz em alta prevalência do estigma relacionado ao HIV e baixas taxas de divulgação, resultando em relutância em avançar para o escrutinamento da “microepidemia” de HIV e, pior, uma baixa adesão das pessoas infectadas ao tratamento, entre zonas rurais.”

Custo do tratamento do Estado de Indiana de pessoas recentemente infectadas: $64 milhões   

Estados conservadores como Indiana e Kentucky têm sido bastante rápidos para configurar programas de troca de agulhas sem face à crescente  epidemia.

No entanto, a legislação Indiana só permite a troca para durar um ano, e, no Kentucky, deixa-se a decisão para indivíduos. Virgínia, Virgínia Ocidental e Tennessee não tem programa de troca de agulhas.

Quando se trata de troca de agulhas para prevenir o HIV e a hepatite C, um paradoxo existe. O governo federal se recusa a financiar troca de agulhas, wque provou sua efetividade por décadas em deter a transmissão do vírus HIV. No entanto, muitos dos novos infectados, estes pobres, das zonas rurais, que dependem do estado ou de financiamentos para receber atendimento programas de saúde, tem sido prejudicadas por açoes de “contensão de despesas”.

O acessível Take care, act now (Nota do tradutor: este é o nome de uma política americana para saúde que, em tradução livre diria algo assim: “Cuide-se! Aja agora”) são mandatos de cobertura de saúde para todos. Enquanto Indiana, West Virgínia e Kentucky têm ampliado seus programas cuidados médicos, já a Virginia e o Tennessee, não.

Usando os dados fornecidos pelo CDC, o custo de tratar alguém com HIV é de US$ 379.668 . Que vai adicionar mais de US$ 64 milhões para tratar apenas os novos casos de pessoas infectadas no estado de Indiana.

Associação de Saúde Rural Nacional

“É confrangedor constatar que uma doença prevenível como o HIV se tornou epidemia antes que nós déssemos atenção ao que a associação de Saúde Rural nacional tem dito há décadas: os investimentos, tanto no domínio econômico como no da saúde pública das comunidades rurais são essenciais”, escreveu Michael Merit e Brock Slabach na edição atual da “Revista Estradas Rurais”, a Revista de Saúde Rural da Associação Nacional. Merit é membro do conselho de administração da organização; Slabach é vice-presidente sênior de serviços à membresia.

Em vez disso, eles argumentam que a infraestrutura da saúde nessas comunidades tem enfrentado cortes no financiamento. Entre as recomendações feitas no ano passado a política breve:

  • Identificar as necessidades e os recursos disponíveis de cada comunidade rural para planejar uma estratégia eficaz para a comunidade em foco desde as estratégias que o HIV nas zonas rurais, não são uma solução de tamanho único.
  • Distribuir materiais educativos para lugares-chave, tais como a Salões de beleza barbearias, restaurantes, elevadores de grão, centros comunitários etc., para ajudar a aumentar conscientização sobre HIV/AIDS em comunidades rurais.
  • Intensificar os esforços para ampliar a visão do cenário ligado ao HIV na Zona Rural do Sul, estabelecendo e mantendo para triagem para incentivar as pessoas que seriam de outra forma relutantes em serem ou não serem capazes de viajar para sítios urbanos para testagem do HIV.
  • Treinar profissionais de saúde rural inclui treinar os médicos sobre o HIV em suas questões específicas e na sua gestão, bem como dar competência cultural, especialmente para aquelas pessoas que trabalham com pacientes multiculturais e multirraciais das populações.
  • Aumentar o número de prestadores de serviços médicos em condados rurais ou oferecer incentivos para que especialistas em HIV oferecem os seus serviços para as comunidades rurais.

Sim, a Higiene é filha de Podridões seculares“, Merit e Slabach escreveram em estradas rurais.

“Vamos usar essa tragédia para mudar a política e assegurar que esta é a última epidemia que teremos de suportar.”

Nota do editor e do tradutor:

Por muito estranho que vos pareça, o texto é tão coerente com nossa realidade que eu não pude deixar de traduzí-lo; há, infelizmente, um detalhe: A frase em verde acima foi o que eu pude encontrar como equivalente a uma expressão idiomática que diz assim:

“Yes, the chickens have come home to roost due to years of neglect,” Meit and Slabach wrote in Rural Roads

Não fui capaz de encontrar uma tradução  ou uma transliteração para isso que, a bem da verdade, pode ser uma expressão típica da Virgínia ou do Tenessi, como era típico de um jornal marrom de São Paulo, como está: “malaco da três pipocos em noia e queima o chão na boca de fumor.. (mande lá para um tradutor norte americano esta frase e veja como ele a traduzirá) e, assim,  optei por usar a frase mencionada acima que é, na verdade, de autoria de Joaquim Maria Marra Machado de Assis, em um dos livros de sua famosa trilogia e, falta-me á memória, mas creio que deva ser em Quincas Borba ou Dom Casmurro. Em Memórias Póstuma de Brás Cubas eu tenho certeza que não é, pois eu li este livro cinco vezes e conheço-o muito bem.

Enfim, embora eu possa ter fugido ao sentido intentado do autor, que foi o de usar um axioma comum ao seu idioma e eu não fui capaz de traduzi-lo. Se alguém souber definir a frase e quiser compartilhar, eu terei imenso prazer em retificar o texto e citar o/a(s) colaboradores(as)

claudio felizNota do editor de soropositivo.org:

É inacreditável que às portas do início da terceira década do vigésimo primeiro século DC ainda haja pessoas como determinados pastores de “iGrEjAs nEo pEnTeCoStAiS” utilizando-se de fundamentalismo religioso há muito mumificado pelo Tempo, com o fim de amoedar seu tesouro bem aqui na Terra enquanto faz um certo “loteamento – grilagem- do Paraíso (isso se dá também em outras searas religiosas, não posso negar, mas o poder sinistro de oratória e a capacidade de polemizar tudo, quando, mui sabiamente demonstrado pelo Boechat, o que lhes falta é rola.

E rola das grandes. Conheci determinada teses (e nem é preciso ser doutor para saber isso) que perseguimos, em linhas gerais, aqueles que conseguem viver com felicidade, aquilo que eles mesmo desejam para si, mas que o pudicismo, o cinismo e a hipocrisia congênita, somadas a uma boa dose de ambição e recalque impedem os de viver. E, com base nisso alastram-se epidemias, constroem-se prisões em terrenos onde deveriam haver escolas; e nem são prisões, são masmorras, pois a ideia do Instituto Prisional é reeducar e resocializar, e não para servir de academia de bandidagem.

Querem reduzir a minoridade penal. Sabem o que vai acontecer? Não? Vão aliciar crianças de dez anos para a prática de delitos.  E aí? Cana brava na sua filhinha de dez anos que você tanto ama?

Pois sim! Na cadeia só o filhos dos outros ou, como dizia Getúlio Vargos: ” Aos amigos tudo, Aos inimigos… a lei” Tertulias flácidas para vacum dormir

Traduzido do original em Inglês ADDICTION FUELS HIV AND HEPATITIS C OUTBREAK IN INDIANA, ACROSS RURAL SOUTH Por Cláudio Santos de Souza em domingo, dia  21 de julho de 2015

Revisado por Mara Macedo. a mulher que me faz sorrir.

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Sobre Claudio Santos (509 artigos)
Depois de passar quatro décadas tentando estabelecer pelo menos um armistício com meu pai e ver as falhas ocorrerem sistematicamente, tentativa após tentativa, eu desisti do sobrenome “de Souza”. Estava me preparando espiritualmente para isso quando uma amiga locupletou a façanha de descobrir onde está minha mãe... Cláudio Santos. Quem preferir, aluda-se a mim como o Cláudio do Site,ou Cláudio do Soropositivo.Org, ou ainda aquele da promessa não cumprida: Cláudio, o trouxa do livro que acreditou em "palavra emprenhada". Eu mostro meu rosto, embora alguns me censurem, porque, no meu modesto ponto de vista, ser portador de HIV não é crime e, portanto, não há do que me envergonhar. Eu contraí HIV pela via sexual. Eu fui um DJ e, durante cinco anos fui DJ no vagão Plaza e durante uns outros dois fui DJ do Le Masque. Lá, um filho da puta me pediu para fazer minhas férias e puxou meu tapete. Aí fui parar na "Segredos", uma casa gay e, de quebra, morei lá por um tempo. Rua da Amargura, onde R.A. Gomes me colocou. Mas dei a volta por cima e fu trabalhar na SKY. Depois, na Pink Panther, em Santos e, enfim, na XEQUE Mate e, terminei minha carreira, aquele que fora três vezes considerado o Melhor DJ de São Paulo, como um apagado DJ do La Concorde e do Clube de Paris, onde conheci uma das mais belas mulheres com quem convivi e a perdi. Conheci alguém novo, uma mulher, "do dia", que me apresentou esta Entidade, o computador e, por muito tempo vivi de consertá-los. Sei, hoje, que ainda há muita gente que me odeia. Quer saber? Get them the hell and fuck off porque eu não dou a mínima. Simplesmente faço meu trabalho e me reporto a Deus... E pra quem não acredita em resiliência, eis meu histórico médico De acordo com o que preceitua o Código de Ética Médica, nos termos da legislação vigente e de conformidade com o pedido formulado pelo interessado, declaro que o Sr Cláudio Santos de Souza, matrícula no serviço sob registro RG3256664J, está em acompanhamento regular com seguintes diagnósticos/CID-10 até o presente momento: #HIV/Aids diagnóstico em 11/1996 (B24) #Candidíase oral 1996 (B20.4) #lnfecção latente tuberculosa tratada com Isoniazida em 1997 (Z20.1) #Arritmia cardíaca: bloqueio parcial ramo D/bradicardia sinusal por antidepressivos tricíclicos em 2006 (I49.9/R00.1) #Depressão (F32) Dislipidemia (E78.5) Diabetes (E14.) Obesidade (E66.) #PO tardio de gastroplastia redutora (técnica Capella 10/2011) #Embolia Pulmonar (126.) em 2011 + hipertensão pulmonar #HAS (110) controlada após cirurgia bariátrica Catarata (H26.9) #Sífilis (A51.0) gonorréia (A54.0), herpes genital (A60) Litíase vesicular (K80.5) #Trombose venosa profunda/tromboflebite MMII de repetição (182.9): 2008, 2009 e 2010 #lntervenção cirúrgica em 21/01/2013: de herniorrafia incisional abdominal, apendicectomia, colecistectomia #Herpes zoster ramo oftálmico 04/2015 (B02) 2 # Neuropatia periférica em membros superiores e inferiores (G62.9), acarretando fraqueza muscular, parestesias e dor, medicado e em seguimento pela equipe de dor #Angioma cavernoso cerebelar - em seguimento com neurologia Tratamento: TDF+3TC+ATVr, ezetimibe, alopurinol, AAS, atorvastatina, enoxaparina, clomipramina, risperidona, zolpidem, clorpromazina, flunitrazepam, gabapentina, amitriptilina, metadona Últimos exames: CD4=1070 (28%)/CD8=1597 rel=0,67 (08/03/2015) e Carga viral- HIV(PCR)

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