Últimas noticias

9 Mitos sobre as Mulheres e o HIV

mitoMitos são coisas extremamente duvidosa e ambíguas. Eles servem apenas para espalhar a desinformação e levar você desviar-se dos fatos. Quando se trata de mulheres e HIV, o mito pode ser uma coisa muito perigosa . Aqui estão nove mitos sobre as mulheres e o HIV e as verdades que devemos estar se espalhando.

MITO: A mulher pode saber se um homem é HIV positivo.

É muito pouco provável que você seja capaz de dizer se um homem é HIV positivo. Pode demorar anos para apresentar sintomas que efetivamente demonstrem isso, e até mesmo esses sintomas podem não chamar imediatamente a atenção ao HIV. Não ter sexo e ter sexo seguro são as únicas formas de lutar contra a transmissão.

MITO: se uma mulher é soropositiva e tem um bebê, o bebê vai ser soropositivo. Bem… se você estiver consciente de seu status sorológico, e no Brasil o teste de HIV é obrigatório para grávidas, no início de sua gravidez, e haverá uma chance menor que dois por cento  que seu bebê nasça HIV positivo. Nos Estados Unidos, o risco sobe cerca de 25% sem tratamento. Se você estiver grávida será testada.

MITO: A mulher não pode transmitir o HIV para o homem.

É bem mais difícil que o homem contraia o HIV mas é perfeitamente possível.[Nota do Tradutor: Eu contraí HIV de uma moça com a qual tive seis meses de relacionamento sexual que não era intenso. Era intensivíssimo].

Durante o coito, o HIV pode entrar num corpo do homem através da ponta do seu pênis (a glande) ou por quaisquer cortes, feridas ou outras aberturas, que podem ser provocadas até mesmo durante uma relação sexual mais intensa [Nota do Tradutor (…)]. A chance de transmissão são ainda maiores se a mulher é diagnosticada e transportando uma carga viral elevada  e se um homem estiver sem um tratamento, como uma das vádias infecções sexualmente transmissíveis .

MITO: se uma mulher contrai HIV, todos os seus amigos e família vão rejeitá-la.

É possível que  alguns familiares e amigos  possam ter dificuldade ao manusear esta informação. Mas as pessoas que valem a pena que permaneçam em sua vida vão entender, mesmo que demore um pouco. Não compartilhar seu status pode ser uma incrível carga para transportar. Só sei que as pessoas que a amam vão dar o seu apoio, mesmo se isso significa construir um novo círculo de “família” e amigos.

MITO: se uma mulher contrair HIV, todos vão culpa-la.

A ignorância é um dos adversários mais perigosos quando se trata de HIV/AIDS. Algumas pessoas podem acusá-la e considerarem você culpada de contrair HIV; e haverá, ainda, outras que a julgarão duplamente se você tiver contraído o HIV de seu marido e, num gesto sublime, perdoar e cuidar dele. Mas isso é com eles, e não com você. Ninguém merece contrair o HIV e ninguém merece ou procura ficar doente, exceto se já estiver mentalmente doente e isso é mais um caso para a psiquiatria do que para julgamentos; Torquemada está morto e queimando no Inferno há muito tempo. Se alguém acusa uma mulher de não se proteger, ele ou ela deveriam considerar, antes, como ele ou ela se sentiriam se a situação fosse invertida.

MITO: A mulher casada ou em uma outra relação monogâmica com um homem não estão em situação de risco para o HIV.

Monogamia presumida não é o mesmo que monogamia. Há homens que têm relações sexuais com outras pessoas e, ao mesmo tempo, um compromisso “monogâmico”, um  relacionamento com uma mulher . Isso pode colocar a mulher em um dramático aumento de risco para o HIV por ela estar presumindo que práticas de sexo mais seguro não são necessárias.

MITO: as lésbicas não estão em situação de risco  para o HIV

As lésbicas e as mulheres que fazem sexo com mulheres ainda pode contrair o HIV , assim como  outras infecções sexualmente transmissíveis. O risco é menor mas a transmissão é possível. Assim práticas de sexo mais seguro ainda devem ser observadas.

MITO: as mulheres idosas e homens idosos não estão em situação de risco  para o HIV.

Há muitas mulheres idosas e homens idosos que são sexualmente ativas e que sem dúvida  alguns usam drogas injetáveis. Eles podem ser menos propensos a usar preservativos por causa de uma falta de conhecimento ou compreensão, que pode acabar por colocá-los em maior risco, então correm risco da mesma forma independendo, inclusive, da condição de usuários de drogas injetáveis… O simples fato de beber pode afetar o julgamento e levar a um comportamento de risco.

MITO: se uma mulher contrai HIV, ela nunca mais será capaz de estar em um relacionamento ou ter relações sexuais.

Ser HIV positivo pode apresentar desafios adicionais quando se trata de relacionamentos e sexo. Mas não é, de forma alguma, o fim de todas as coisas românticas ou íntimas. A chave é a honestidade, a comunicatividade, que é válida para qualquer relacionamento. Você saberá que encontrou a pessoa certa quando você encontrar a pessoa que compreende e aceita-a com graça e companheirirmos, incluindo pessoas do seu mesmo status sorológico.

 Jenny Block

Jenny Block

Por: Jenny Block Fevereiro 11th, 2015

Traduzido do original em 9 Myths About Women and HIV por

claudio felizCláudio Santos de Souza em 24 de julho de 2015

Anúncios

Precisa conversar

Whats App Soropositivo.Org

Estamos aqui para ajudar a pensar, não para diagnosticar

Top Blog Pessoal Saúde Juri Acadêmico 2013/2014

Top Blog Pessoal Saúde Juri Acadêmico
Sobre Claudio Santos (509 artigos)
Depois de passar quatro décadas tentando estabelecer pelo menos um armistício com meu pai e ver as falhas ocorrerem sistematicamente, tentativa após tentativa, eu desisti do sobrenome “de Souza”. Estava me preparando espiritualmente para isso quando uma amiga locupletou a façanha de descobrir onde está minha mãe... Cláudio Santos. Quem preferir, aluda-se a mim como o Cláudio do Site,ou Cláudio do Soropositivo.Org, ou ainda aquele da promessa não cumprida: Cláudio, o trouxa do livro que acreditou em "palavra emprenhada". Eu mostro meu rosto, embora alguns me censurem, porque, no meu modesto ponto de vista, ser portador de HIV não é crime e, portanto, não há do que me envergonhar. Eu contraí HIV pela via sexual. Eu fui um DJ e, durante cinco anos fui DJ no vagão Plaza e durante uns outros dois fui DJ do Le Masque. Lá, um filho da puta me pediu para fazer minhas férias e puxou meu tapete. Aí fui parar na "Segredos", uma casa gay e, de quebra, morei lá por um tempo. Rua da Amargura, onde R.A. Gomes me colocou. Mas dei a volta por cima e fu trabalhar na SKY. Depois, na Pink Panther, em Santos e, enfim, na XEQUE Mate e, terminei minha carreira, aquele que fora três vezes considerado o Melhor DJ de São Paulo, como um apagado DJ do La Concorde e do Clube de Paris, onde conheci uma das mais belas mulheres com quem convivi e a perdi. Conheci alguém novo, uma mulher, "do dia", que me apresentou esta Entidade, o computador e, por muito tempo vivi de consertá-los. Sei, hoje, que ainda há muita gente que me odeia. Quer saber? Get them the hell and fuck off porque eu não dou a mínima. Simplesmente faço meu trabalho e me reporto a Deus... E pra quem não acredita em resiliência, eis meu histórico médico De acordo com o que preceitua o Código de Ética Médica, nos termos da legislação vigente e de conformidade com o pedido formulado pelo interessado, declaro que o Sr Cláudio Santos de Souza, matrícula no serviço sob registro RG3256664J, está em acompanhamento regular com seguintes diagnósticos/CID-10 até o presente momento: #HIV/Aids diagnóstico em 11/1996 (B24) #Candidíase oral 1996 (B20.4) #lnfecção latente tuberculosa tratada com Isoniazida em 1997 (Z20.1) #Arritmia cardíaca: bloqueio parcial ramo D/bradicardia sinusal por antidepressivos tricíclicos em 2006 (I49.9/R00.1) #Depressão (F32) Dislipidemia (E78.5) Diabetes (E14.) Obesidade (E66.) #PO tardio de gastroplastia redutora (técnica Capella 10/2011) #Embolia Pulmonar (126.) em 2011 + hipertensão pulmonar #HAS (110) controlada após cirurgia bariátrica Catarata (H26.9) #Sífilis (A51.0) gonorréia (A54.0), herpes genital (A60) Litíase vesicular (K80.5) #Trombose venosa profunda/tromboflebite MMII de repetição (182.9): 2008, 2009 e 2010 #lntervenção cirúrgica em 21/01/2013: de herniorrafia incisional abdominal, apendicectomia, colecistectomia #Herpes zoster ramo oftálmico 04/2015 (B02) 2 # Neuropatia periférica em membros superiores e inferiores (G62.9), acarretando fraqueza muscular, parestesias e dor, medicado e em seguimento pela equipe de dor #Angioma cavernoso cerebelar - em seguimento com neurologia Tratamento: TDF+3TC+ATVr, ezetimibe, alopurinol, AAS, atorvastatina, enoxaparina, clomipramina, risperidona, zolpidem, clorpromazina, flunitrazepam, gabapentina, amitriptilina, metadona Últimos exames: CD4=1070 (28%)/CD8=1597 rel=0,67 (08/03/2015) e Carga viral- HIV(PCR)

Seu retorno é importante. Nós atendemos às solicitações de textos, desde que ligados ao tema central de alguma forma. Faça seu comentário, de sua opnião

Faça o login usando um destes métodos para comentar:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s

%d blogueiros gostam disto: