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Minha Primeira Pílula: Iniciando o Tratamento HIV pela Primeira Vez

 

Sobre essa série: Fosse o AZT ou o Atripla, década de 1980 ou 2010, uma pessoa que vivia com HIV e estava em tratamento sempre se lembra de sua primeira pílula. E nós queremos ouvi-la. Como você lidou com os efeitos colaterais? Ficou hesitante para iniciar o tratamento? Você teve que fazer algumas dietas ideais? Escreva por extenso sua história (entre 200 e 1000 palavras, por favor!) ou filma um vídeo no You Tube  , e Compartilhe Sua História! Não Tenha medo. Você pode usar um pseudônimo

 Ler histórias enviadas por usuários fazem parte da série abaixo!

Quando o início do tratamento para HIV é um carrossel de pílulas

Parte da série no Brasil

Por Insônia no Brasil

De The Body.com

26 de setembro de 2014

Não há muito tempo comecei a tomar meus medicamentos. Fui diagnosticado no fim de 2008, mas não iniciei meu tratamento até dezembro do ano passado, quando minha contagem CD4 caiu para 300. Como membro ativo de um fórum on-line sobre HIV/AIDS no Brasil bem como, pesquisador biomédico, eu sabia de todos os medicamentos e possíveis efeitos colaterais, nada disso era novo para mim.

 No Brasil, temos os remédios gratuitos, mas sem tantas escolhas quantas em outros países. Então, para começar, tive que atribuir Viread [tenofovir], Epivir [lamivudine,3 TC] e Sustiva[ efavirenz, Stocrin]. Com exceção dos sonhos muito vívidos e náuseas matinais (eu costumava tomá-los todos de uma vez antes de dormir), eu sofria de vômito durante toda a noite (mais tarde, descobri que não deveria ter nada de comer, pelo menos duas horas antes de tomar efavirenz).

No sétimo dia, tomando esses remédios, apareceu uma erupção da pele. Quero dizer, uma ENORME erupção. Meu corpo todo estava tomado disso. Certo dia, tive que cobrir de roupas, [ ir ao ] trabalho e, em seguida, ir ao consultório médico para saber o que aconteceu. Juntos, conseguimos a lavagem dos remédios e então, iniciar outras dietas.

“Experimentei três tratamentos só para constatar que era o Tenofovir que estava me fazendo ficar com bastante urticária pelo corpo”.

Agora eu tomo Combivir [AZT/3TC] e Efavirenz. Aliás, estou tomando ambos há mais de seis meses. Além disso, tenho sonhos bem reais; por isso preciso tomar Clonazepam [Klonopin] antes de ir dormir. Caso contrário, acordo de cinco a sete vezes durante à noite tendo pesadelos horríveis. Logo que tomo o Efavirenz, cerca de 20 a 30 minutos depois, sinto como se estivesse bêbado e drogado. Como se não bastasse, ainda tenho dificuldades para acordar de manhã e por isso tenho que mudar a minha rotina de trabalho. Por outro lado, eu me dei muito bem com o Combivir; apesar de que ele me causa um pouco de dor muscular e cãibras, mas isso não me incomoda tanto. Outra coisa que às vezes sinto por causa do Combivir é um pouco de enjoo (náuseas), mas isso depende do que eu como. “Uma coisa que percebi é que se eu comer direito e na hora certa, não sinto enjoo”.

Meu próximo acompanhamento será em setembro. Espero ser indetectável, e resolverei algumas outras questões tais como, uma ligeira depressão e levantar tarde (creio que seja um conto de efavirenz e clonazepan).

Qual foi sua pílula? Foi AZT ou Atripla, nós queremos contar sua história! Escreva sua história (entre 200 e 1000 palavras, por favor!) ou filma um vídeo no You Tube, e e-mail para

Compartilhe Sua História! Não Tenha medo. Você pode usar um pseudônimo

Nós postaremos Minhas Primeiras Histórias de Pílulas dos leitores aqui no nosso Centro de Recursos no Início do Tratamento do HIV.

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Sobre Claudio do Soropositivo.Org (502 artigos)
Depois de assar quatro décadas tentando estabelecer pelo menos um armistício com meu pai e ver as falhas ocorrerem sistematicamente, tentativa após tentativa, eu desisti do sobrenome “de Souza”. Estava me preparando espiritualmente para isso quando uma amiga locupletou a façanha de descobrir onde está minha mãe... Sim, aquela que foi embora de casa e abandonou a mim e a meu irmão à nenhum mercê do conjunto truncado de sinapses que poderia muito bem representar meu pai. Assim, abandono os dois nomes na vida pública na rede e passarei a ser conhecido apenas pela minha condição Cláudio Soropositivo. Quem preferir, aluda-se a mim como o Cláudio do Site Sei que, para muitos, esa é uma decisão assustador. Mas foi muito mais assustador dorir no fundo do poço do elevador de um prostíbulo, enrolado num carpete cheirando a mofo, como única maneira de me abrigar do frio e Deus sabe o porquê de eu não ter sido mordido por um rato... É, sim, eu sou este da foto, que muda de vez em quando, mas sempre parece a cara de um gangster de filmes do Scorsese ou do Tarantino e, francamente, eu acho bom que seja assim. Eu mostro meu rosto, embora alguns me censurem, porque, no meu modesto ponto de vista, ser portador de HIV não é crime e, portanto, não há do que me envergonhar. Eu contraí HIV via sexual. Eu fui um DJ e, durante cinco anos fui DJ no vagão Plaza e durante uns outros dois fui DJ do Le masque. Lá, um filho da puta me pediu para fazer minhas férias e puxou meu tapete. Aí fui parar na "Segredos", uma casa gay e, de quebra, morei lá por um tempo. Rua da Amargura, onde R.A. Gomes me colocou. Mas dei a volta por cima e fu trabalhar na SKY. Depois, na Pink Santher, em Santos e, enfim, na XEQUE Mate e, terminei minha carreira, aquele que fora três vezes considerado o Melhor DJ de São Paulo, como um apagado DJ do La Concorde e do Clube de Paris, onde conheci uma das mais belas mulheres com quem convivi e a perdi. Conheci alguém novo, uma mulher "do dia", que me apresentou esta Entidade, o computador e, por muito tempo vivi de consertá-los. Sei, hoje, que ainda há muita gente que me odeia. Quer saber? Get them the hell and fuck off porque eu não dou a mínima. Simplesmente faço meu trabalho e me reporto a Deus...

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