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AIDS cresce no Brasil e no Mundo

Representação Gráfica do HIV

Globe World map with AIDS iconsONU fez uma declaração a respeito da AIDS e disse que a doença diminuiu a expansão, mas diminuiu muito pouco.

De 2,2 milhões para 2,1, milhões em cinco anos

O Leste Europeu e a África foram apontados como os lugares onde a epidemia mais cresceu, especialmente entre usuários de drogas injetáveis (UDI) e Homens que fazem sexo com outros homens (HSH)

Esse estudo revelou que a AIDS mata 15 mil pessoas por ano no Brasil. Especialistas alertam que os brasileiros estão falhando na prevenção.

Os dados da UNAIDS, Programa da Organização das Nações Unidas para o combate à doença, mostram que, em 2010, 43 mil novos casos de AIDS foram registrados no Brasil. Em 2015 esse número subiu para 44 mil. O país responde por mais de 40% das novas infecções por AIDS na América Latina, segundo a pesquisa.

O estudo revela ainda que aumentou o número de pessoas vivendo com AIDS no Brasil. Entre 2010 e 2015, essa população saltou de 700 mil para 830 mil pessoas. O aumento foi de 18%. Hoje, a doença é a causa de 15 mil mortes por ano no país.

Para a UNAIDS, o Brasil e outros países do continente que viram a epidemia avançar não estão se prevenindo como deveriam, e um infectologista de Salvador concorda. Ele lembra que a incidência tem aumentado entre os jovens, que não viveram a realidade da AIDS nos anos 90, quando ainda não havia tratamento com coquetel de medicamentos e a doença era muito mais temida.

O editor deste site concorda, em parte com esta colocação, pois é notório o número de jovens que fazem uso de combinação de drogas, inclusive antirretrovirais em festas e, ainda, o dito “clube do carimbo” e festas Bareback (festas onde todos transam com todos os que bem entenderem e, entre eles, há uma, talvez duas ou três pessoas portando o vírus da AIDS numa espécie de “roleta russa sexual) e, entretanto, convida os leitores deste artigo a visitarem este outro artigo, pois também é público e notório que a mídia (SIC) impressa, radiofônica e televisiva (com a menção honrosa à MTV) nada fazem no afã de minimizar o número de pessoas infectadas bem como o campo Governamental, que deveria agir com laicidade e vem sofrendo não apenas pressões como cortes e censura de grupos religiosos (“A bancada evangélica e a bancada católica), que não tem mãos a medir quando se trata de prevenção à AIDS e ao ensino da composição de gênero e a introdução saudável à sexualidade entre crianças a partir dos doze anos e acima, deixando um vazio na consciência dos jovens que, assim, acabam, em grande escala, tornando-se jovens soropositivos; é a parcela da população onde mais cresce o número de casos de AIDS, especialmente entre garotos gays, abandonados aos próprios vaticínios, que, sem base, acabam agindo como se “porque a AIDS tem tratamento”, eles podem contraí-la sem maiores riscos.

Acabou-se o medo e não foi dado o juízo!

Ministério da Saúde considera que o número de novos casos de AIDS é estável no país, e que o Brasil concentra 40% dos casos da América Latina, porque tem a maior população da região.

O Ministério da Saúde disse também que investe em ações de prevenção, como a distribuição de preservativos e também oferece testagem rápida e o tratamento precoce da doença com coquetéis.

E, novamente o editor, digo que isso é absolutamente inócuo, porque até mesmo nos corredores do Instituto de Infectologia Emílio Ribas, eu pude constatar, no breve período em que fui tratado-lá, por obra e graça do Governador (inexplicavelmente eleito) Geraldo Alckmin fechara a Casa da AIDS, desterrando quase que mais de seis mil usuários dentro deste hospital que em nada se parecia com a Casa da AIDS que, depois de dois anos de protesto foi reaberta, muito embora completamente fora de sua localização original, sem atendimento de Hospital Dia e sem a possibilidade de consultas extras porque, salvaguardados os Profissionais de Saúde que lá trabalham mais por amor à causa do que qualquer outra coisa (Basta eu citar uma enfermeira que deixara o Emilio Ribas e que fora viver no sul do país, pôs fim a seu casamento apeas e tão somente para voltar a trabalhar na casa da AIDS), sempre há médicos se demitindo e minha esposa, revisora destes textos, está em tratamento com terapia de resgate nas mãos de residentes, o que é uma temeridade, além do Blá, blá, blá do Ministério da saúde que foi copiado Ipsis Lieris de um artigo do Google notícias, que diz assim:

Outro dado da pesquisa: apenas 55% dos brasileiros que vivem com AIDS hoje recebem o tratamento à base de medicamentos. O professor Moisés Toniolo é um desses pacientes, convive com o vírus há 17 anos graças ao coquetel, mas lembra que isso não pode justificar a falta de cuidado. “’Existe tratamento, mas isso não é uma cura. As pessoas precisam se cuidar e ter, de certa forma, repassar os seus comportamentos, o seu modo de agir com o autocuidado e o cuidado do outro para que a gente possa conter a epidemia. A gente precisa de um pouco mais de consciência nesse caso”, declarou.

Mas ninguém explica como conscientizar.

Ministério da Saúde considera que o número de novos casos de AIDS é estável no país, e que o Brasil concentra 40% dos casos da América Latina, porque tem a maior população da região.

O Ministério da Saúde disse também que investe em ações de prevenção, como a distribuição de preservativos e também oferece testagem rápida e o tratamento precoce da doença com coquetéis.

 

Novamente o Editor deste site:

Como se “isso fosse o bastante”.

Eles continuam dormindo tranquilos.

Nós… nós ainda não!

A ONU esperava acabar com a Aids até 2030, mas diante desses números declarou que a situação é tão grave que, inclusive, todos os avanços no combate à doença até agora, que foram muitos, podem ser perdidos.

Por Cláudio Souza com Informações do G1.

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Sobre Claudio Santos (509 artigos)
Depois de passar quatro décadas tentando estabelecer pelo menos um armistício com meu pai e ver as falhas ocorrerem sistematicamente, tentativa após tentativa, eu desisti do sobrenome “de Souza”. Estava me preparando espiritualmente para isso quando uma amiga locupletou a façanha de descobrir onde está minha mãe... Cláudio Santos. Quem preferir, aluda-se a mim como o Cláudio do Site,ou Cláudio do Soropositivo.Org, ou ainda aquele da promessa não cumprida: Cláudio, o trouxa do livro que acreditou em "palavra emprenhada". Eu mostro meu rosto, embora alguns me censurem, porque, no meu modesto ponto de vista, ser portador de HIV não é crime e, portanto, não há do que me envergonhar. Eu contraí HIV pela via sexual. Eu fui um DJ e, durante cinco anos fui DJ no vagão Plaza e durante uns outros dois fui DJ do Le Masque. Lá, um filho da puta me pediu para fazer minhas férias e puxou meu tapete. Aí fui parar na "Segredos", uma casa gay e, de quebra, morei lá por um tempo. Rua da Amargura, onde R.A. Gomes me colocou. Mas dei a volta por cima e fu trabalhar na SKY. Depois, na Pink Panther, em Santos e, enfim, na XEQUE Mate e, terminei minha carreira, aquele que fora três vezes considerado o Melhor DJ de São Paulo, como um apagado DJ do La Concorde e do Clube de Paris, onde conheci uma das mais belas mulheres com quem convivi e a perdi. Conheci alguém novo, uma mulher, "do dia", que me apresentou esta Entidade, o computador e, por muito tempo vivi de consertá-los. Sei, hoje, que ainda há muita gente que me odeia. Quer saber? Get them the hell and fuck off porque eu não dou a mínima. Simplesmente faço meu trabalho e me reporto a Deus... E pra quem não acredita em resiliência, eis meu histórico médico De acordo com o que preceitua o Código de Ética Médica, nos termos da legislação vigente e de conformidade com o pedido formulado pelo interessado, declaro que o Sr Cláudio Santos de Souza, matrícula no serviço sob registro RG3256664J, está em acompanhamento regular com seguintes diagnósticos/CID-10 até o presente momento: #HIV/Aids diagnóstico em 11/1996 (B24) #Candidíase oral 1996 (B20.4) #lnfecção latente tuberculosa tratada com Isoniazida em 1997 (Z20.1) #Arritmia cardíaca: bloqueio parcial ramo D/bradicardia sinusal por antidepressivos tricíclicos em 2006 (I49.9/R00.1) #Depressão (F32) Dislipidemia (E78.5) Diabetes (E14.) Obesidade (E66.) #PO tardio de gastroplastia redutora (técnica Capella 10/2011) #Embolia Pulmonar (126.) em 2011 + hipertensão pulmonar #HAS (110) controlada após cirurgia bariátrica Catarata (H26.9) #Sífilis (A51.0) gonorréia (A54.0), herpes genital (A60) Litíase vesicular (K80.5) #Trombose venosa profunda/tromboflebite MMII de repetição (182.9): 2008, 2009 e 2010 #lntervenção cirúrgica em 21/01/2013: de herniorrafia incisional abdominal, apendicectomia, colecistectomia #Herpes zoster ramo oftálmico 04/2015 (B02) 2 # Neuropatia periférica em membros superiores e inferiores (G62.9), acarretando fraqueza muscular, parestesias e dor, medicado e em seguimento pela equipe de dor #Angioma cavernoso cerebelar - em seguimento com neurologia Tratamento: TDF+3TC+ATVr, ezetimibe, alopurinol, AAS, atorvastatina, enoxaparina, clomipramina, risperidona, zolpidem, clorpromazina, flunitrazepam, gabapentina, amitriptilina, metadona Últimos exames: CD4=1070 (28%)/CD8=1597 rel=0,67 (08/03/2015) e Carga viral- HIV(PCR)

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